Torcedora deixou de ser uma simples auxiliar de saúde bucal para se tornar a vilã racista mais detestada do País
O advogado que representa a torcedora gremista Patrícia Moreira da Silva flagrada proferindo injúrias racistas contra o goleiro Aranha, do Santos, disse, nesta terça-feira, que a jovem só deve se pronunciar publicamente sobre o que aconteceu após prestar depoimento à polícia na quinta-feira.
“Ela vai falar primeiro para polícia civil, por uma questão de respeito ao inquérito policial, e só depois deve falar com a imprensa”, afirmou o advogado Alexandre Atanázio Rossato, que representa Patrícia. Segundo ele, em virtude da repercussão que o caso teve, sua cliente teve que deixar Porto Alegre.
Na segunda-feira, Patrícia teria feito contato com outro advogado Guilherme Rodrigues Abrão, que chegou a dar declarações em nome da jovem, mas que não aceitou representa-la. Ele é conselheiro do Grêmio.
Hoje, a polícia ouviu outros dois suspeitos de ofensas racistas contra o goleiro santista durante o jogo. Tiago Oliveira e Rodrigo Rychter foram identificados na imagens obtidas pela polícia.
Tiago disse que foi confundido com outra pessoa, “eu estava em outro setor”, o que vai ser averiguado pela polícia com base nos registros dos acessos feitos ao estádio, e Rodrigo negou ter ofendido o atleta ou fazer parte da torcida organizada Geral do Grêmio.
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Hoje, a polícia ouviu outros dois suspeitos de ofensas racistas contra o goleiro santista durante o jogo. Tiago Oliveira e Rodrigo Rychter foram identificados na imagens obtidas pela polícia.
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