Grêmio e torcedores respondem por atos racistas a partir desta segunda-feira (1º)

Clube pode ser excluído da Copa do Brasil, enquanto acusados correm risco de prisão


Fonte: R7

Aranha é o personagem do mais novo caso de racismo no futebol
Ramiro Furquin/Gazeta Press

A semana no futebol brasileiro promete ser agitada, e não apenas dentro das quatro linhas. O episódio envolvendo gritos de cunho racista contra o goleiro Aranha, do Santos, na partida contra o Grêmio, pela Copa do Brasil, terão seus desdobramentos a partir desta segunda-feira (1º).

Foi essa a data estipulada pela polícia para que os jovens flagrados pelas câmeras de televisão desferindo gritos de "macaco" contra o goleiro do Peixe se apresentem para prestar depoimento na 4ª Delegacia de Polícia de Porto Alegre.

Patrícia Moreira, que ganhou fama negativa com o episódio, apagou seus perfis das redes sociais, fechou sua casa em Porto Alegre e não consegue ser encontrada, mas deverá comparecer com seus advogados para explicar suas atitudes na partida da Arena Grêmio.

O clube gaúcho, aliás, também será julgado nesta semana, mas na quarta-feira (3). O Tricolor terá de responder no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) pelos atos de sua torcida, e pode até ser eliminado da Copa do Brasil.

O julgamento já fez o segundo duelo entre os clubes ser adiado, ainda sem data definida. Mesmo que não seja eliminado nos tribunais, o Grêmio dificilmente escapará de uma punição, que envolve perda de mando de campo de até dez partidas, além de pesada multa em dinheiro.

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