Uma mulher é suspeita de protagonizar ofensas racistas contra o goleiro do Santos Aranha durante o duelo contra o Grêmio nessa quinta-feira, válido pela Copa do Brasil. Segundo apurou a reportagem do site do Correio do Povo nesta sexta-feira, a jovem trabalha em uma empresa terceirizada que presta serviços odontológicos e, por conta da repercussão nas redes sociais, uma das clínicas onde ela atuava solicitou sua substituição por outro funcionário.
De acordo com um dos responsáveis pelo centro odontológico de uma das clínicas onde a mulher atuava, sargento Mauro Bernardi, foi tentado contato com a jovem durante a manhã. "Ligamos para ela, mas quem atendeu foi o irmão. Nesta ligação comunicamos que ela não precisava mais se apresentar para o serviço. Depois, solicitamos a substituição desta funcionária", relatou. A reportgem do site do Correio do Povo tentou entrar em contato com a mulher por telefone, mas ela não atendeu às ligações.
Após o término da partida, o goleiro Aranha concedeu entrevista e relatou o que ouviu de um grupo de torcedores que estava no setor conhecido como Geral na Arena. “A torcida pegar no pé é normal. Mas começaram com palavras racistas: 'Preto Fedido', 'Seu Preto', "Bando de Preto'. Até aí ainda estava me segurando. Aí quando começou aquele corinho de 'macaco...'”, relatou. “Fizeram rápido e pouco, para não dar tempo de filmar. Eu pedi para o câmera filmar. Quando ele foi filmar, já tinha acontecido o negócio. Eu fico nervoso. Desculpa a palavra, eu fico p***”, contou.
O caso ganhou repercussão rapidamente e nas redes sociais foram postados vídeos da torcedora gritando expressões racistas contra Aranha. Em alguns comentários, algumas pessoas repudiaram o ato da jovem, que também foi vítima de agressões verbais.
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De acordo com um dos responsáveis pelo centro odontológico de uma das clínicas onde a mulher atuava, sargento Mauro Bernardi, foi tentado contato com a jovem durante a manhã. "Ligamos para ela, mas quem atendeu foi o irmão. Nesta ligação comunicamos que ela não precisava mais se apresentar para o serviço. Depois, solicitamos a substituição desta funcionária", relatou. A reportgem do site do Correio do Povo tentou entrar em contato com a mulher por telefone, mas ela não atendeu às ligações.
Após o término da partida, o goleiro Aranha concedeu entrevista e relatou o que ouviu de um grupo de torcedores que estava no setor conhecido como Geral na Arena. “A torcida pegar no pé é normal. Mas começaram com palavras racistas: 'Preto Fedido', 'Seu Preto', "Bando de Preto'. Até aí ainda estava me segurando. Aí quando começou aquele corinho de 'macaco...'”, relatou. “Fizeram rápido e pouco, para não dar tempo de filmar. Eu pedi para o câmera filmar. Quando ele foi filmar, já tinha acontecido o negócio. Eu fico nervoso. Desculpa a palavra, eu fico p***”, contou.
O caso ganhou repercussão rapidamente e nas redes sociais foram postados vídeos da torcedora gritando expressões racistas contra Aranha. Em alguns comentários, algumas pessoas repudiaram o ato da jovem, que também foi vítima de agressões verbais.
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