Polícia gaúcha abre inquérito e pede que Aranha preste queixa por racismo

Torcedores xingaram goleiro do Peixe em partida contra o Grêmio na noite de quinta-feira em Porto Alegre; Polícia Civil investigará crime de injúria qualificada


Fonte: Globo Esporte

Aranha reclama para arbitragem e alega ter sido vítima de ato racista (Foto: Diego Guichard)

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul enviará uma carta precatória para Santos, em São Paulo, para que o goleiro Aranha possa fazer a representação criminal denunciando ofensas raciais. O goleiro denunciou as ofensas por parte de alguns torcedores gremistas na noite de quinta-feira, em Porto Alegre. O árbitro da partida chegou a paralisar a partida, aos 42 do segundo tempo, para reclamar ao árbitro Wilton Pereira Sampaio.

- O crime será investigado no âmbito criminal pelo delegado titular da 4ª DP, que cobre a área do estádio. Ele reunirá algumas provas, como as imagens da televisão, e vai pedir ao Grêmio que envie imagens do estádio, para que se possa identificar todos os possíveis autores - afirmou o Chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Guilherme Wondracek.

Segundo Wondracek, uma torcedora já foi identificada e será interrogada nesta sexta-feira. Se confirmados os crimes, os envolvidos poderão responder por injúria racial - ofensa dirigida ao indivíduo em razão da sua origem racial ou étnica.

O ato de racismo partiu da arquibancada posicionada atrás da meta defendida pelo goleiro.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul enviará uma carta precatória para Santos, em São Paulo, para que o goleiro Aranha possa fazer a representação criminal denunciando ofensas raciais. O goleiro denunciou as ofensas por parte de alguns torcedores gremistas na noite de quinta-feira, em Porto Alegre. O árbitro da partida chegou a paralisar a partida, aos 42 do segundo tempo, para reclamar ao árbitro Wilton Pereira Sampaio.

- O crime será investigado no âmbito criminal pelo delegado titular da 4ª DP, que cobre a área do estádio. Ele reunirá algumas provas, como as imagens da televisão, e vai pedir ao Grêmio que envie imagens do estádio, para que se possa identificar todos os possíveis autores - afirmou o Chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Guilherme Wondracek.

Segundo Wondracek, uma torcedora já foi identificada e será interrogada nesta sexta-feira. Se confirmados os crimes, os envolvidos poderão responder por injúria racial - ofensa dirigida ao indivíduo em razão da sua origem racial ou étnica.

O ato de racismo partiu da arquibancada posicionada atrás da meta defendida pelo goleiro.

Na saída de campo, Aranha reclamou das ofensas que ouviu no fim do jogo. Cobrou providências das autoridades, mas não confirmou se tomaria alguma atitude. Inicialmente, manifestou decisão de não fazer o Boletim de Ocorrência após a partida.

- Quando gritaram "preto fedido" e "cambada de preto", eu tentei aguentar. Mas quando começou o corinho fazendo barulhos de macaco, eu não aguentei - afirmou Aranha.

O advogado do Peixe, Cristiano Caus, entretanto, disse que o BO será feito nas próximas horas e que o caso terá desdobramentos.

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