'Carrasco', Robinho é esperança do Santos para se vingar do Grêmio

Atacante tirou o clube gaúcho do Brasileiro de 2002 e da Copa do Brasil de 2010. Peixe tenta devolver a eliminação na mesma fase do torneio no ano passado


Fonte: LanceNet!

Atualmente no décimo lugar do Brasileirão, o Santos terá nesta quinta uma boa oportunidade de se recuperar da campanha irregular que faz desde a pausa da Copa do Mundo – são quatro vitórias e seis derrotas. O time volta a jogar pela Copa do Brasil, que já está na fase de oitavas de final, contra o Grêmio. E apesar de atuar fora de casa, e diante de um adversário considerado forte, o torcedor santista tem motivos para confiar em um resultado positivo no Sul. E esse motivo tem nome. Um nome que dá esperança e faz abrir o sorriso do alvinegro e causa arrepios no tricolor gaúcho: Robinho.

Recuperado de estiramento na coxa direita, o camisa 7 tem fama de carrasco em mata-matas contra o Grêmio. Nas duas primeiras passagens pelo Santos, Robinho não teve piedade dos gaúchos. Em 2002, deixou sua marca nas semifinais do Campeonato Brasileiro. Na volta, em 2010, repetiu o bom desempenho para tirar o Grêmio na mesma fase da Copa do Brasil. E mais: além das eliminações, o Rei do Drible marcou três gols em quatro partidas.

Sorte dos santistas e também do técnico Oswaldo de Oliveira, que deverá ter o retorno de seu principal jogador após uma derrota dura no clássico contra o São Paulo, quando reclamou da falta de qualidade do grupo. E azar de Luiz Felipe Scolari, que terá uma preocupação extra além do ex-jogador da Seleção Brasileira em duas Copas do Mundo: a fama de carrasco em mata-matas contra o Grêmio.

Com Robinho de volta, o caminho do Peixe pode ficar mais azul.

OUTRO LADO:

Apesar da fama de carrasco de Robinho em mata-matas contra o Grêmio, o Santos também tem motivos de preocupação para a partida de amanhã. Afinal, o próprio Tricolor gaúcho eliminou o Alvinegro na mesma fase da Copa do Brasil do ano passado. Antes, em 2007, já havia tirado o Peixe na semifinal da Libertadores.

Além disso, o técnico Luiz Felipe Scolari também já foi algoz do Santos em um mata-mata, em 1998.

O Santos comandado por Emerson Leão contava com jogadores como Zetti, Jorginho, Muller e Viola, e chegou às semifinais da Copa do Brasil após eliminar Paraná, Bahia e Goiás nas fases anteriores. O adversário das semifinais foi o Palmeiras, time então dirigido por Felipão.

Mesmo jogando no Palestra Itália, o Santos abriu o placar com Élder. No segundo tempo, Oséas empatou. A decisão ficou para a Vila Belmiro, na semana seguinte. O empate em 2 a 2 classificou o Palmeiras para a final contra o Cruzeiro e tirou do Santos a possibilidade de encerrar o jejum de títulos que possuía desde 1984 e que só foi quebrado na temporada 2002.

O treinador nunca mais reencontrou o Santos em jogos eliminatórios, mas, no Brasileiro 2012, quando Felipão estava no Alviverde, o Peixe venceu o último duelo por 2 a 1.

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