Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
A derrota do Grêmio para o Cruzeiro foi um verdadeiro jato de água fria no estímulo dos tricolores, a medida em que o desenvolvimento da partida dava a entender que era possível uma vitória. Uma vez que Felipão havia neutralizado as principais jogadas dos mineiros, e o time se aventurava de forma organizada em busca do tão esperado gol salvador.
Depois de vacilar e errar em duas ou três oportunidades, numa falha dita infantil, o Cruzeiro chegou à vitória. Foi desestimulante o resultado, uma vez que a boa atuação mereceria, pelo menos um empate. Mas, em consequência, esbarramos mais uma vez, numa daquelas máximas futebolísticas, já referidas ontem, segundo a qual "quem não faz, leva".
Ficamos com o seguinte raciocínio, se é que pode ser possível raciocinar diante de tantos fatos negativos. Se joga mal, a derrota é decorrência da atuação taticamente incorreta; se joga bem, a derrota é decorrente de más atuações individuais, porque o trabalho coletivo teria sido bom.
Equilíbrio
Se a defesa voltou a ter boas atuações, sofrendo gol tão somente em jogada fortuita, o ataque não atinge a meta adversária, mesmo tendo tido várias oportunidades de marcar. Não adianta só cobrir a cabeça, é preciso que os pés também estejam cobertos para que o time se defenda e saiba atacar.
Sigo acreditando no trabalho de Felipão. Parece que, aos poucos, busca o equilíbrio da equipe. Na medida em que acertar o esquema, precisará encontrar as peças certas para adaptar-se a ele.
O Corinthians, time forte, com grande técnico e bons jogadores, será mais um adversário dificílimo. Mas esperamos que a Arena venha em favor do Tricolor.
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Depois de vacilar e errar em duas ou três oportunidades, numa falha dita infantil, o Cruzeiro chegou à vitória. Foi desestimulante o resultado, uma vez que a boa atuação mereceria, pelo menos um empate. Mas, em consequência, esbarramos mais uma vez, numa daquelas máximas futebolísticas, já referidas ontem, segundo a qual "quem não faz, leva".
Ficamos com o seguinte raciocínio, se é que pode ser possível raciocinar diante de tantos fatos negativos. Se joga mal, a derrota é decorrência da atuação taticamente incorreta; se joga bem, a derrota é decorrente de más atuações individuais, porque o trabalho coletivo teria sido bom.
Equilíbrio
Se a defesa voltou a ter boas atuações, sofrendo gol tão somente em jogada fortuita, o ataque não atinge a meta adversária, mesmo tendo tido várias oportunidades de marcar. Não adianta só cobrir a cabeça, é preciso que os pés também estejam cobertos para que o time se defenda e saiba atacar.
Sigo acreditando no trabalho de Felipão. Parece que, aos poucos, busca o equilíbrio da equipe. Na medida em que acertar o esquema, precisará encontrar as peças certas para adaptar-se a ele.
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