Foto: Camila Hermes / Agência RBS
Refletindo sobre o jogo do Grêmio, desta noite, contra o líder do Brasileirão, além das referências que fiz na coluna de ontem, continuei pensando sobre a forma como o tricolor iria entrar em campo para um confronto tão difícil. Jogar marcando forte o adversário é o óbvio diante do que estamos assistindo no campeonato e em face da qualidade de alguns jogadores do Cruzeiro. Respeitá-lo então, é uma obrigação que se impõe.
Mas daí até participar de uma partida de tamanha responsabilidade abdicando por inteiro da vontade de vencer vai uma distância muito longa. O Grêmio tem história, tradição e um grupo de boa qualidade para enfrentar de igual para igual o líder da competição.
Cuidados defensivos todos devem ter, especialmente contra um adversário desse porte. O que eu, particularmente, não gostaria de assistir hoje à noite, é um Grêmio medroso, acuado, dentro de seu próprio campo, esperando, apenas o momento de o Cruzeiro marcar o seu gol – no caso, o primeiro, pois jogando dessa forma outros virão com certeza.
Irresignação
Há que se ter uma saída de contra-ataque, ainda mais pela escalação que será utilizada – na medida em que Barcos e Giuliano, que não tem estado bem e são lentos, ficam de fora. Felipão saberá se valer da velocidade de Lucas Coelho, da técnica de Luan, da força de Felipe Bastos, do poder de marcação dos volantes e da qualidade pessoal de Zé Roberto para iniciar uma jogada com boa técnica.
Respeito ao Cruzeiro e ao Mineirão lotado, mas personalidade e força de vontade para igualar a vantagem que o líder dispõe neste momento. Perder e ganhar é do jogo. Mas, se tiver que perder, que seja com dignidade e cabeça em pé, não se entregando jamais. Como demonstra a história do tricolor, irresignação sempre diante de uma eventual derrota.
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Mas daí até participar de uma partida de tamanha responsabilidade abdicando por inteiro da vontade de vencer vai uma distância muito longa. O Grêmio tem história, tradição e um grupo de boa qualidade para enfrentar de igual para igual o líder da competição.
Cuidados defensivos todos devem ter, especialmente contra um adversário desse porte. O que eu, particularmente, não gostaria de assistir hoje à noite, é um Grêmio medroso, acuado, dentro de seu próprio campo, esperando, apenas o momento de o Cruzeiro marcar o seu gol – no caso, o primeiro, pois jogando dessa forma outros virão com certeza.
Irresignação
Há que se ter uma saída de contra-ataque, ainda mais pela escalação que será utilizada – na medida em que Barcos e Giuliano, que não tem estado bem e são lentos, ficam de fora. Felipão saberá se valer da velocidade de Lucas Coelho, da técnica de Luan, da força de Felipe Bastos, do poder de marcação dos volantes e da qualidade pessoal de Zé Roberto para iniciar uma jogada com boa técnica.
Respeito ao Cruzeiro e ao Mineirão lotado, mas personalidade e força de vontade para igualar a vantagem que o líder dispõe neste momento. Perder e ganhar é do jogo. Mas, se tiver que perder, que seja com dignidade e cabeça em pé, não se entregando jamais. Como demonstra a história do tricolor, irresignação sempre diante de uma eventual derrota.
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