Grêmio busca alternativas para manter finanças equilibradas
Crédito: Lucas Uebel / Flickr Grêmio / Divulgação / CP
A apenas 12 dias do encerramento da janela de transferências na maioria dos países europeus, o Grêmio caminha para passar incólume por ela. Por enquanto, apenas a saída de Werley para o Cagliari é uma possibilidade. Nem a esperada oferta pomposa por Luan chegou, mesmo a jovem promessa sendo alvo de diversas sondagens. Bom para o lado técnico, péssimo para o lado financeiro, que precisa ser equilibrado com alguma receita extra, algo em torno de R$ 30 milhões. Se não surgirem propostas nos próximos dias com o fim da janela europeia — à exceção de Portugal —, outras soluções precisarão ser buscadas.
“É preciso vender alguém. Pode ser que pinte algo”, acredita um dirigente gremista. Vendas para mercados menores — como o mundo árabe — podem auxiliar, mas não trazem a solução completa. O mesmo vale para a possível saída de Werley, que renderia 3 milhões de euros, cerca de R$ 9 milhões, para o futebol italiano. “Uns R$ 10 milhões ajudam, mas são insuficientes para fecharmos o ano”, acrescenta.
Com as receitas do primeiro semestre, a situação é tranquila atualmente. O atraso do direito de imagem é de apenas um mês, referente a julho. No entanto, uma solução alternativa precisa ser encontrada com a proximidade do encerramento da janela no mercado que mais lucros poderia lhe render. Negociar parte dos direitos econômicos de alguns jovens jogadores para investidores pode ser uma das saídas. Isso já foi feito, por exemplo, com o volante Ramiro e o zagueiro Bressan no início da temporada. Garantiria uma receita mínima e adiaria a necessidade imediata de venda para a reabertura do período de contratações na Europa em janeiro, ou fevereiro na Rússia e Ucrânia.
O Grêmio acreditava que não faltariam propostas para levar Luan. Uma venda que garantiria em torno de 12 milhões de euros, R$ 36 milhões, apenas para o clube. Ela não se concretizou até hoje. Seria a solução para terminar 2014 com as contas no azul.
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Crédito: Lucas Uebel / Flickr Grêmio / Divulgação / CP
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“É preciso vender alguém. Pode ser que pinte algo”, acredita um dirigente gremista. Vendas para mercados menores — como o mundo árabe — podem auxiliar, mas não trazem a solução completa. O mesmo vale para a possível saída de Werley, que renderia 3 milhões de euros, cerca de R$ 9 milhões, para o futebol italiano. “Uns R$ 10 milhões ajudam, mas são insuficientes para fecharmos o ano”, acrescenta.
Com as receitas do primeiro semestre, a situação é tranquila atualmente. O atraso do direito de imagem é de apenas um mês, referente a julho. No entanto, uma solução alternativa precisa ser encontrada com a proximidade do encerramento da janela no mercado que mais lucros poderia lhe render. Negociar parte dos direitos econômicos de alguns jovens jogadores para investidores pode ser uma das saídas. Isso já foi feito, por exemplo, com o volante Ramiro e o zagueiro Bressan no início da temporada. Garantiria uma receita mínima e adiaria a necessidade imediata de venda para a reabertura do período de contratações na Europa em janeiro, ou fevereiro na Rússia e Ucrânia.
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