O Ministério Público do Rio Grande do Sul promove na tarde desta quarta-feira uma reunião em Porto Alegre com Brigada Militar (BM), Federação Gaúcha de Futebol (FGF), Grêmio e a torcida Geral para tratar dos incidentes registrados antes do Gre-Nal realizado no estádio Beira-Rio. No encontro, pode ser definida uma punição à torcida organizada gremista que descumpriu um acordo com a BM sobre o deslocamento de torcedores até a casa colorada. O grupo pode ser proibido de levar instrumentos e faixas nos próximos jogos do Tricolor na Arena.
Conforme o promotor José Francisco Seabra, responsável pela Promotoria do Torcedor, ao desobedecer a determinação da BM, que indicava a concentração de torcedores no Barra Shopping e não no estádio Olímpico, a Geral desarticulou o esquema de escolta montado pelos policiais militares.
No começo desta semana, Seabra relatou problemas no deslocamento de gremistas até o estádio Beira-Rio. "Nas reuniões preparatórias para o clássico, nós definimos o procedimento, o local de concentração e como seria o deslocamento da torcida visitante até o Beira-Rio. O que aconteceu foi que a maioria das organizadas que foram ao jogo cumpriram o combinado com a Brigada Militar (BM). Apenas uma, a Geral, descumpriu o que foi acordado, partindo do Olímpico. Isso acabou ocasionando uma série de conflitos no caminho até o estádio", disse Seabra em entrevista à Rádio Guaíba.
De acordo com o promotor, o brete montado pela BM para proteger os gremistas foi quebrado por alguns torcedores. "Desde o começo do deslocamento, nós notamos um elevado nível de animosidade, com algumas pessoas quebrando tapumes, tentando invadir o pátio interno do Beira-Rio e outros até investindo contra policiais militares. A cavalaria da BM foi acionada e conseguiu conter o princípio de confusão", explicou.
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Conforme o promotor José Francisco Seabra, responsável pela Promotoria do Torcedor, ao desobedecer a determinação da BM, que indicava a concentração de torcedores no Barra Shopping e não no estádio Olímpico, a Geral desarticulou o esquema de escolta montado pelos policiais militares.
No começo desta semana, Seabra relatou problemas no deslocamento de gremistas até o estádio Beira-Rio. "Nas reuniões preparatórias para o clássico, nós definimos o procedimento, o local de concentração e como seria o deslocamento da torcida visitante até o Beira-Rio. O que aconteceu foi que a maioria das organizadas que foram ao jogo cumpriram o combinado com a Brigada Militar (BM). Apenas uma, a Geral, descumpriu o que foi acordado, partindo do Olímpico. Isso acabou ocasionando uma série de conflitos no caminho até o estádio", disse Seabra em entrevista à Rádio Guaíba.
De acordo com o promotor, o brete montado pela BM para proteger os gremistas foi quebrado por alguns torcedores. "Desde o começo do deslocamento, nós notamos um elevado nível de animosidade, com algumas pessoas quebrando tapumes, tentando invadir o pátio interno do Beira-Rio e outros até investindo contra policiais militares. A cavalaria da BM foi acionada e conseguiu conter o princípio de confusão", explicou.
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