Leandro Damião e Jadson (Fotos: LANCE!Press)
A grande maioria dos clubes brasileiros de futebol tem pressionado o governo e parlamentares pela aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte (LRFE) para que suas dívidas fiscais ganhem um prazo de 25 anos para serem pagas com juros mais baixos. No fim de 2013, o débito dos 20 principais times do país com o Fisco era de R$ 2 bilhões, o que representa 40% da dívida total, que é de R$ 5,1 bilhões.
Mas se de um lado os dirigentes pressionam pela aprovação do projeto de lei, de outro não economizam grana para contratar jogadores para a disputa do Brasileirão.
Desde que a LRFE passou a ser debatida na Câmara dos Deputados, em Brasília, no mês de abril, nomes como Robinho, Kaká, Elias e Giuliano têm reforçado times brasileiros como se 14 dos 20 maiores clubes do país não tivesse fechado o ano de 2013 com déficit em seus resultados financeiros.
– É fato. Enquanto tem se discutido facilidades para o pagamento das dívidas, as despesas só aumentaram – diz Pedro Daniel, executivo de gestão esportiva da BDO.
Segundo ele, uma explicação para dirigentes não honrarem com compromissos financeiros dos clubes está na pressão por resultados.
– É mais importante para o clube ser campeão do que fechar o ano superavitário – comenta Daniel.
BUSCA POR RECEITA
O São Paulo, por exemplo, é um dos poucos times que fecharam 2013 com superávit e aproveitou o dinheiro em caixa para contratar nomes de peso como Alan Kardec e Kaká (empréstimo).
– Tivemos realmente um acréscimo em nossa folha salarial mas em contrapartida buscamos um aumento de receita – explica Osvaldo Vieira de Abreu, diretor financeiro do São Paulo.
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Mas se de um lado os dirigentes pressionam pela aprovação do projeto de lei, de outro não economizam grana para contratar jogadores para a disputa do Brasileirão.
Desde que a LRFE passou a ser debatida na Câmara dos Deputados, em Brasília, no mês de abril, nomes como Robinho, Kaká, Elias e Giuliano têm reforçado times brasileiros como se 14 dos 20 maiores clubes do país não tivesse fechado o ano de 2013 com déficit em seus resultados financeiros.
– É fato. Enquanto tem se discutido facilidades para o pagamento das dívidas, as despesas só aumentaram – diz Pedro Daniel, executivo de gestão esportiva da BDO.
Segundo ele, uma explicação para dirigentes não honrarem com compromissos financeiros dos clubes está na pressão por resultados.
– É mais importante para o clube ser campeão do que fechar o ano superavitário – comenta Daniel.
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O São Paulo, por exemplo, é um dos poucos times que fecharam 2013 com superávit e aproveitou o dinheiro em caixa para contratar nomes de peso como Alan Kardec e Kaká (empréstimo).
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