Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Após cerca de 1h40min de reunião com representantes da OAS, Procuradoria Geral do Município e Ministério Público do Estado, segue o impasse em relação às obras do entorno da Arena que são de responsabilidade da construtora, segundo acordo com a prefeitura. O encontro foi realizado na tarde desta quinta-feira, na Procuradoria Geral do Município. Há quatro meses, a OAS não cumpre as etapas do cronograma de obras como a ampliação da Avenida A.J. Renner, entre outras. Foi a primeira reunião desde que o plano de recuperação judicial da empresa foi aprovado.
Por conta da situação da OAS, o cronograma de obras original, que previa trabalhos até 2020, não está em vigor. O MP gaúcho e a PGM entraram com impugnações ao plano de Recuperação Judicial. A prefeitura não quer fazer parte da lista de credores da OAS, e argumenta que a construtora tem obrigação de execução das obras, e não de pagamentos de débitos. Se permanecer na lista de credores, a prefeitura teme que a liberação dos recursos para os trabalhos seja demorada e atrase ainda mais as obras.
Na reunião desta quinta-feira, os representantes da OAS, que não quiseram atender à imprensa na saída do encontro, apresentaram possíveis soluções para o impasse e questionaram os órgãos se as alternativas eram satisfatórias.
– A reunião foi satisfatória por conta de uma sinalização positiva da OAS, mas nós só poderemos responder se um cenário é satisfatório ou não se ele for concreto – avalia Andrea Vizzotto, Procuradora-Geral Adjunta de Urbanismo e Meio Ambiente da PGM.
Foi marcada uma nova reunião entre as partes para o dia 4 de março. O MP e a PGM esperam que a OAS apresente propostas concretas para a retomada das obras. Somente com uma sinalização da volta dos trabalhos o terreno do Olimpico será liberado para a construtora.
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Na reunião desta quinta-feira, os representantes da OAS, que não quiseram atender à imprensa na saída do encontro, apresentaram possíveis soluções para o impasse e questionaram os órgãos se as alternativas eram satisfatórias.
– A reunião foi satisfatória por conta de uma sinalização positiva da OAS, mas nós só poderemos responder se um cenário é satisfatório ou não se ele for concreto – avalia Andrea Vizzotto, Procuradora-Geral Adjunta de Urbanismo e Meio Ambiente da PGM.
Foi marcada uma nova reunião entre as partes para o dia 4 de março. O MP e a PGM esperam que a OAS apresente propostas concretas para a retomada das obras. Somente com uma sinalização da volta dos trabalhos o terreno do Olimpico será liberado para a construtora.
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