Foto: José Doval / Agencia RBS
Até sábado, ZH apresenta histórias de jogadores que disputaram um dos três clássicos de 1995 em que Abel Braga dirigiu o Inter e Felipão comandou o Grêmio. O terceiro da série é Argel, ex-zagueiro da equipe de Abel Braga.
O centroavante Nildo jogou dois Gre-Nais na vida, justamente os dois decisivos do Gauchão de 1995 em que os técnicos Luiz Felipe Scolari e Abel Braga se enfrentaram. Marcou um gol em cada jogo e protagonizou outras proezas. Foi ele quem empatou para o Grêmio o primeiro clássico, quando o Inter segurava a vantagem de 1 a 0 até o meio do segundo tempo no Beira-Rio. Não bastasse, deixou Rivarola em condições de marcar. O paraguaio botou para fora.
Na finalíssima, uma semana depois, Nildo fez mais. No início do segundo tempo, aproveitou um rebote, virou sobre Jonílson e bateu de esquerda sobre o goleiro argentino Goycochea. Zé Alcino empatou e, menos de um minuto depois, de novo Nildo escapou e serviu Carlos Miguel, que sacramentou o 2 a 1 o gremista.
Minutos depois, Nildo aventurou-se em um lance no centro de campo e aplicou um escandaloso carrinho sobre Márcio. O árbitro Sílvio Oliveira o colocou na rua no ato. Fora de campo, Nildo abraçou-se ao técnico Luiz Felipe e assim promoveu ali uma cena conclamando a torcida das sociais. Foi o melhor jogador das daquelas duas finais.
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Minutos depois, Nildo aventurou-se em um lance no centro de campo e aplicou um escandaloso carrinho sobre Márcio. O árbitro Sílvio Oliveira o colocou na rua no ato. Fora de campo, Nildo abraçou-se ao técnico Luiz Felipe e assim promoveu ali uma cena conclamando a torcida das sociais. Foi o melhor jogador das daquelas duas finais.
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