Foto: Marcelo Cd Durli / Especial
Passadas duas rodadas, o técnico Luiz Carlos Winck já observa evolução no Veranópolis, ainda que faltem vitórias no Gauchão. Em busca de melhor rendimento, ele poderá modificar o ataque na partida contra o Grêmio, nesta quarta-feira, no Estádio Antônio David Farina. Seu desafio é repetir o sucesso no Lajeadense, onde conquistou cinco títulos em duas temporadas.
Você já enfrentou Roger como treinador?
Já. Na época, eu estava no Lajeadense e ele, no Novo Hamburgo. Ganhamos por 2 a 1 ou 1 a 0, não lembro bem (o Lajeadense venceu por 2 a 1). Mas a vitória foi nossa (risos). Espero que seja de novo.
Como você avalia Roger como treinador?
Avalio muito bem. É inteligente, tem boas colocações, estudioso. Isso é importante.
Como vai seu trabalho no Veranópolis?
É um trabalho novo. Na estreia (derrota por 3 a 1 para o Glória), fizemos um jogo ruim no primeiro tempo. No segundo, merecíamos ter ganho, mas não fomos competentes na finalização (empate sem gols contra o Novo Hamburgo). A ideia é ter um rendimento melhor contra o Grêmio. A equipe vem crescendo em todos os aspectos. Começa a ter solidez defensiva.
Como marcar o Grêmio?
Vamos fazer como fazemos com as demais equipes. Não temos marcação individual, é por zona. Esperamos ser consistentes na marcação, eliminar espaços, mas não esquecendo de jogar. Vamos para o jogo também.
Como está o lateral esquerdo Lúcio?
Está bem. Foi seguro contra o Novo Hamburgo. Faz aquela movimentação de sempre. É um exemplo para os mais jovens.
Por que você optou por deixar o Lajeadense, onde era um ídolo?
Depois do Brasileiro, fomos chamados pela direção e informados de que haveria dificuldade na renovação, diante do novo modelo de organização financeira. A ideia era honrar todos os compromissos. Me deram a possibilidade de acertar com outro clube e acertei. Aí, tentaram voltar atrás, mas já havia dado a palavra ao Veranópolis.
A previsão é de estádio cheio?
O feriado de Carnaval pode influenciar um pouco no público. E o Grêmio vem com time misto. Mas esperamos o apoio da torcida.
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Você já enfrentou Roger como treinador?
Já. Na época, eu estava no Lajeadense e ele, no Novo Hamburgo. Ganhamos por 2 a 1 ou 1 a 0, não lembro bem (o Lajeadense venceu por 2 a 1). Mas a vitória foi nossa (risos). Espero que seja de novo.
Como você avalia Roger como treinador?
Avalio muito bem. É inteligente, tem boas colocações, estudioso. Isso é importante.
Como vai seu trabalho no Veranópolis?
É um trabalho novo. Na estreia (derrota por 3 a 1 para o Glória), fizemos um jogo ruim no primeiro tempo. No segundo, merecíamos ter ganho, mas não fomos competentes na finalização (empate sem gols contra o Novo Hamburgo). A ideia é ter um rendimento melhor contra o Grêmio. A equipe vem crescendo em todos os aspectos. Começa a ter solidez defensiva.
Como marcar o Grêmio?
Vamos fazer como fazemos com as demais equipes. Não temos marcação individual, é por zona. Esperamos ser consistentes na marcação, eliminar espaços, mas não esquecendo de jogar. Vamos para o jogo também.
Como está o lateral esquerdo Lúcio?
Está bem. Foi seguro contra o Novo Hamburgo. Faz aquela movimentação de sempre. É um exemplo para os mais jovens.
Por que você optou por deixar o Lajeadense, onde era um ídolo?
Depois do Brasileiro, fomos chamados pela direção e informados de que haveria dificuldade na renovação, diante do novo modelo de organização financeira. A ideia era honrar todos os compromissos. Me deram a possibilidade de acertar com outro clube e acertei. Aí, tentaram voltar atrás, mas já havia dado a palavra ao Veranópolis.
A previsão é de estádio cheio?
O feriado de Carnaval pode influenciar um pouco no público. E o Grêmio vem com time misto. Mas esperamos o apoio da torcida.
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