Bom Senso e Romário estiveram juntos em Brasília (Foto: Sérgio Francês)
A reunião que o Bom Senso teve com o deputado federal Romário (PSB-RJ) durou cerca de três horas e serviu para que o Baixinho se comprometesse em ser a voz do movimento no plenário da Câmara, quando a Lei de Responsabilidade do Esporte chegar à discussão aberta na casa.
Mas o Baixinho revelou que a proposta de emendas não vai se restringir aos interesses defendidos pelo movimento de jogadores.
– Vou propor também que a CBF seja incluída, tenha sua responsabilidade, seja passível de fiscalização. No substitutivo do deputado Otávio Leite, essa parte foi tirada pela bancada da CBF, mas eles têm que entender – explicou o Baixinho, que ainda prosseguiu na crítica:
– Hoje, os dirigentes só querem enriquecer e não dão a ajuda
devida ao futebol, que está à mercê dos empresários. Os atores principais estão sendo esquecidos.
COMO FOI A REUNIÃO?
Eu me senti honrado por ser o deputado escolhido pelo Bom Senso para representar esta luta e analiso que o encontro foi muito positivo, pois tivemos ideias pertinentes. Mas, por se tratar de matéria muito importante, a definição precisa de tempo e vai ficar para depois da eleição.
AS PROPOSTAS SÃO VIÁVEIS?
Há problemas de corrupção que ocorrem nos clubes e sempre explodiram nas mãos dos jogadores, já que os clubes se esquivam das responsabilidades. Isso tem de mudar. Creio que 80% do que é pedido será bem aceito por todos.
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A reunião que o Bom Senso teve com o deputado federal Romário (PSB-RJ) durou cerca de três horas e serviu para que o Baixinho se comprometesse em ser a voz do movimento no plenário da Câmara, quando a Lei de Responsabilidade do Esporte chegar à discussão aberta na casa.
Mas o Baixinho revelou que a proposta de emendas não vai se restringir aos interesses defendidos pelo movimento de jogadores.
– Vou propor também que a CBF seja incluída, tenha sua responsabilidade, seja passível de fiscalização. No substitutivo do deputado Otávio Leite, essa parte foi tirada pela bancada da CBF, mas eles têm que entender – explicou o Baixinho, que ainda prosseguiu na crítica:
– Hoje, os dirigentes só querem enriquecer e não dão a ajuda
devida ao futebol, que está à mercê dos empresários. Os atores principais estão sendo esquecidos.
COMO FOI A REUNIÃO?
Eu me senti honrado por ser o deputado escolhido pelo Bom Senso para representar esta luta e analiso que o encontro foi muito positivo, pois tivemos ideias pertinentes. Mas, por se tratar de matéria muito importante, a definição precisa de tempo e vai ficar para depois da eleição.
AS PROPOSTAS SÃO VIÁVEIS?
Há problemas de corrupção que ocorrem nos clubes e sempre explodiram nas mãos dos jogadores, já que os clubes se esquivam das responsabilidades. Isso tem de mudar. Creio que 80% do que é pedido será bem aceito por todos.
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