Foto: Sirli Freitas / Especial
O Grêmio deixou escapar no fim a chance de arrancar com vitória na Primeira Liga. Com time misto, ia garantindo o resultado até 42 minutos, quando cedeu ao Avaí o empate em 2 a 2. Na mesma partida em que o garoto Lincoln foi destaque, o centroavante Bobô foi o retrato da decepção.
O primeiro gol surgiu muito cedo. A um minuto, Pedro Rocha deixou Renato para trás, fez passe em direção a Bobô, que não acertou, mas Edinho, um pouco atrás, venceu Renan com um chute forte.
O quadro de facilidade que o gol sugeria não se confirmou. Sem a força máxima, e com um modelo tático diferente do habitual, o Grêmio demorou algum tempo para se ajustar em campo. Nervoso pela crise na qual o clube está mergulhado, que provoca quatro meses de salários atrasados, o Avaí abusava dos lances desleais, punidos com cartões amarelos distribuídos em sequência.
Além de ter contribuído com o gol, Edinho usava sua experiência para proteger os zagueiros da correria dos atacantes do Avaí. Quem mais incomodava era o centroavante Willian, muito mais pelos encontrões que dava em Bressan do que pela técnica. Pelo lado direito, Wesley, depois da elogiada atuação contra o Danubio, mostrava alguma distração na marcação.
Aos 12, Lincoln quase ampliou em cobrança de falta, defendida por Renan. O Avaí teve um único arremate, aos 18 minutos, por Rômulo, após drible fácil sobre Wesley.
Com o passar do tempo, o Grêmio retomou o controle da partida. Ramiro passou a organizar jogadas pela direita, Lincoln mostrou técnica e Pedro Rocha usou da habitual velocidade para abrir espaços na defesa. Bobô fugiu ao estilo convencional do centroavante, recuou para armar e foi útil na criação. Como aos 41 minutos, quando fez bom passe lateral para Ramiro, que chutou desviado. Foi também a última oportunidade do primeiro tempo.
Como na primeira etapa, o Grêmio teve muito cedo, no segundo tempo, a chance de marcar. Só não contava com a indecisão de Bobô, que preferiu recuar para Pedro Rocha, mesmo muito próximo do goleiro Renan. O castigo viria em seguida. Lançado na área do Grêmio, Willian protegeu a bola na frente de Bressan e concluiu fora do alcance de Marcelo Grohe: 1 a 1.
O talento de Lincoln surgiu em sua plenitude a 16 minutos. Com uma cobrança de falta em curva, ele encontrou Bressan que corria por trás dos defensores. Com um cabeceio, o zagueiro encobriu Renan e colocou o Grêmio de novo em vantagem.
O novo vacilo de um atacante, desta vez Pedro Rocha, impediu que a vitória fosse consolidada já a 22 minutos. Lançado, ele tentou u drible de efeito sobre o goleiro e perdeu a bola. Pouco depois, Grohe foi preciso ao defender chute distante de Tauã.
O jogo ficou aberto. Fenandinho, substituto do lesionado Ramiro, levava o Grêmio para a frente em arrancadas pela esqueda. O Avaí respondia co chutes à longa distância. Tilica, a novidade que Roger buscou no grupo de transição, quase fez o terceiro. Mas foi Lincoln quem fez a diferença, ao sofrer pênalti de Henrique. Só não bateu porque Bobô tomou-lhe a bola das mãos e fez um vexame, cobrando nas mãos do goleiro. De novo, não houve perdão. A 42 minutos, Gabriel desviou de cabeça e empatou.
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O primeiro gol surgiu muito cedo. A um minuto, Pedro Rocha deixou Renato para trás, fez passe em direção a Bobô, que não acertou, mas Edinho, um pouco atrás, venceu Renan com um chute forte.
O quadro de facilidade que o gol sugeria não se confirmou. Sem a força máxima, e com um modelo tático diferente do habitual, o Grêmio demorou algum tempo para se ajustar em campo. Nervoso pela crise na qual o clube está mergulhado, que provoca quatro meses de salários atrasados, o Avaí abusava dos lances desleais, punidos com cartões amarelos distribuídos em sequência.
Além de ter contribuído com o gol, Edinho usava sua experiência para proteger os zagueiros da correria dos atacantes do Avaí. Quem mais incomodava era o centroavante Willian, muito mais pelos encontrões que dava em Bressan do que pela técnica. Pelo lado direito, Wesley, depois da elogiada atuação contra o Danubio, mostrava alguma distração na marcação.
Aos 12, Lincoln quase ampliou em cobrança de falta, defendida por Renan. O Avaí teve um único arremate, aos 18 minutos, por Rômulo, após drible fácil sobre Wesley.
Com o passar do tempo, o Grêmio retomou o controle da partida. Ramiro passou a organizar jogadas pela direita, Lincoln mostrou técnica e Pedro Rocha usou da habitual velocidade para abrir espaços na defesa. Bobô fugiu ao estilo convencional do centroavante, recuou para armar e foi útil na criação. Como aos 41 minutos, quando fez bom passe lateral para Ramiro, que chutou desviado. Foi também a última oportunidade do primeiro tempo.
Como na primeira etapa, o Grêmio teve muito cedo, no segundo tempo, a chance de marcar. Só não contava com a indecisão de Bobô, que preferiu recuar para Pedro Rocha, mesmo muito próximo do goleiro Renan. O castigo viria em seguida. Lançado na área do Grêmio, Willian protegeu a bola na frente de Bressan e concluiu fora do alcance de Marcelo Grohe: 1 a 1.
O talento de Lincoln surgiu em sua plenitude a 16 minutos. Com uma cobrança de falta em curva, ele encontrou Bressan que corria por trás dos defensores. Com um cabeceio, o zagueiro encobriu Renan e colocou o Grêmio de novo em vantagem.
O novo vacilo de um atacante, desta vez Pedro Rocha, impediu que a vitória fosse consolidada já a 22 minutos. Lançado, ele tentou u drible de efeito sobre o goleiro e perdeu a bola. Pouco depois, Grohe foi preciso ao defender chute distante de Tauã.
O jogo ficou aberto. Fenandinho, substituto do lesionado Ramiro, levava o Grêmio para a frente em arrancadas pela esqueda. O Avaí respondia co chutes à longa distância. Tilica, a novidade que Roger buscou no grupo de transição, quase fez o terceiro. Mas foi Lincoln quem fez a diferença, ao sofrer pênalti de Henrique. Só não bateu porque Bobô tomou-lhe a bola das mãos e fez um vexame, cobrando nas mãos do goleiro. De novo, não houve perdão. A 42 minutos, Gabriel desviou de cabeça e empatou.
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