Foto: Lucas Uebel / Grêmio
No meio de toda a confusão sobre a Primeira Liga, creio que os jogos do torneio serão bem importante para o Grêmio. Mesmo que aperte — e muito — o já concorrido calendário tricolor do primeiro semestre, servirá para testes mais consistentes sobre as fragilidades e qualidades da equipe. Há anos, com a flagrante queda na qualidade dos times do Interior, o Gauchão só serve para esconder fragilidades do Tricolor e dar aquela iludida na torcida, com uma goleada aqui, outra acolá, e "promessas" de craques.
Leia outras colunas da Paixão Tricolor
Digo isso porque acredito que, em jogos mais difíceis, o técnico Roger conseguirá ter uma noção melhor dos problemas que residem no Olímpico, pensando, principalmente na estreia na Libertadores, contra o Toluca.
Sábado, por exemplo, contra o Danúbio, voltamos a ter problema com a bola aérea defensiva. Além disso, Kadu, em sua estreia, acabou marcando um gol contra. Por isso, qualifico como belos testes jogos como o de quinta, contra o Avaí, em Chapecó, e o dia sete, contra o Coritiba, que poderá dar chance ao técnico Roger de ver a real dimensão do problema.
Para corrigir alguns problemas que vêm se apresentando desde o fim de 2015, partidas como estas são importantes. Desde 2012, uma das principais qualidades do Grêmio, ao menos no Campeonato Brasileiro, tem sido a eficiência de sua defesa— naquele ano, por exemplo, fomos os menos vazados, ao lado do campeão Fluminense. E com um futebol competitivo, rápido, de poucos gols, não tomá-los tem sido cada vez mais fundamental no caminho de garantir vitórias— até porque a média de gols de nosso ataque não vem sendo das melhores nos últimos anos. E é sempre bom salientar que é melhor que erros como o de Kadu, no sábado, e problemas com a bola aérea, que ocorreram contra o Danúbio, aconteçam em jogos de menor expressão. Há anos, o Grêmio paga por erros básicos em jogos decisivos, seja em jogos da Libertadores ou do Brasileirão— basta lembrar aquele gol perdido embaixo da goleira, por Barcos, contra o Cruzeiro, em 2014, por exemplo. Como temos um técnico detalhista e competente, creio que esses jogos sirvam como bons testes para que o clube termine 2016 com o tão sonhado título. Seja de qual competição for.
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Para corrigir alguns problemas que vêm se apresentando desde o fim de 2015, partidas como estas são importantes. Desde 2012, uma das principais qualidades do Grêmio, ao menos no Campeonato Brasileiro, tem sido a eficiência de sua defesa— naquele ano, por exemplo, fomos os menos vazados, ao lado do campeão Fluminense. E com um futebol competitivo, rápido, de poucos gols, não tomá-los tem sido cada vez mais fundamental no caminho de garantir vitórias— até porque a média de gols de nosso ataque não vem sendo das melhores nos últimos anos. E é sempre bom salientar que é melhor que erros como o de Kadu, no sábado, e problemas com a bola aérea, que ocorreram contra o Danúbio, aconteçam em jogos de menor expressão. Há anos, o Grêmio paga por erros básicos em jogos decisivos, seja em jogos da Libertadores ou do Brasileirão— basta lembrar aquele gol perdido embaixo da goleira, por Barcos, contra o Cruzeiro, em 2014, por exemplo. Como temos um técnico detalhista e competente, creio que esses jogos sirvam como bons testes para que o clube termine 2016 com o tão sonhado título. Seja de qual competição for.
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