Empresa prestará serviços em praças como o Parque Olímpico de Deodoro (Foto: Renato Sette)
O Comitê Organizador Rio-2016 tomou uma medida drástica para garantir o fornecimento de energia para a Olimpíada na Cidade Maravilhosa este ano. Segundo informações do Uol, com medo de atrasado nesta reta final, a entidade colocou uma empresa para tratar da questão mesmo ainda sem assinar contrato ou até mesmo ter recursos garantidos para pagar os serviços prestados.
Os Jogos de 2016 precisam de instalação de geradores e linhas de transmissão temporárias em algumas de suas praças esportivas. Especializada no assunto, a escolhida para os serviços foi a Tecnogera, que cuidará de toda a estrutura de energia suplementar (geradores e estrutura temporária) na área do Maracanã (que compreende, além do estádio, o Maracanãzinho, o Engenhão e o Sambódromo) e em Deodoro, onde fica o Parque Olímpico de Deodoro. Fundada em 2005, ela já começou um projeto voltada para o evento no Rio.
Pelo trabalho, a Tecnogera deve receber cerca de R$ 160 milhões. É aí que aparece outro problema. A verba para bancar a energia temporária da Rio-2016 será do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que pretende usar incentivos fiscais para isso. Porém, para isso é pedido uma aprovação de uma lei sobre a questão na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
Esse projeto de lei já foi apresentado pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) em novembro de 2015, mas até agora ainda não foi analisado pelos deputados. O Comitê Organizador dos Jogos no Rio acreditam que a verba será liberada. No entanto, não pode esperar a tramitação da proposta na Alerj para não atrasar os serviços. Caso a Alerj não libere o dinheiro, o trabalho da Tecnogera será interrompido e o Comitê vai arcar com os custos iniciais.
Ao todo, o custo total da energia temporária da Olimpíada custará R$ 460 milhões. Os outros R$ 300 milhões serão custeados pelo governo federam e corresponde ao aluguel de geradores e linhas de transmissão para os equipamentos esportivos da Barra.
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Os Jogos de 2016 precisam de instalação de geradores e linhas de transmissão temporárias em algumas de suas praças esportivas. Especializada no assunto, a escolhida para os serviços foi a Tecnogera, que cuidará de toda a estrutura de energia suplementar (geradores e estrutura temporária) na área do Maracanã (que compreende, além do estádio, o Maracanãzinho, o Engenhão e o Sambódromo) e em Deodoro, onde fica o Parque Olímpico de Deodoro. Fundada em 2005, ela já começou um projeto voltada para o evento no Rio.
Pelo trabalho, a Tecnogera deve receber cerca de R$ 160 milhões. É aí que aparece outro problema. A verba para bancar a energia temporária da Rio-2016 será do Governo do Estado do Rio de Janeiro, que pretende usar incentivos fiscais para isso. Porém, para isso é pedido uma aprovação de uma lei sobre a questão na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
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Ao todo, o custo total da energia temporária da Olimpíada custará R$ 460 milhões. Os outros R$ 300 milhões serão custeados pelo governo federam e corresponde ao aluguel de geradores e linhas de transmissão para os equipamentos esportivos da Barra.
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