Foto: André Ávila / Agência RBS
Se o Grêmio queria um amistoso para se preparar visando a Libertadores, o 1 a 1 com o Danúbio foi perfeito. Houve lances ríspidos, intimidação e um rival duro, disciplinado na marcação e especulando em busca do gol.Para Roger, houve boas novas e outras um tanto preocupantes.
A melhor notícia foi o meia-atacante Everton. Deu mostras de que amadureceu alguns anos nestas férias. Ao ponto de jogar como uma Copa do Mundo, para mostrar ao técnico que pode ser, sim, o dono da posição. O gol em que percorreu, pelo menos, 70 metros com a bola, msotrou um jogador de força, velociade e instinto de gol. No primeiro tempo, ele já havia arriscado de fora da área.
Gostei também do lateral-direito Wesley. Me pareceu desassombrado e com qualidades, principalmente, ofensivas que exigirão suor de Wallace Oliveira para ser titular.
Agora,o amistoso permitiu algumas observações preocupantes. A defesa teve vacilos que não se via no ano passado. A bola cruzou ou foi cabeceada com alguma facilidade. Kadu, antes do gol contra que surgiu em erro de posicionamento dele, havia perdido no alto uma disputa na área. Do meio para a frente, Douglas esteve sumido.
Foi só o primeiro jogo, de um primeiro tempo em que o Grêmio marcou forte e no ataque sob 35, e caiu de rendimento no segundo. Mas algumas observações podem ser feitas independentemente disso. Em tempo, Lincoln entrou bem, comprou a briga de Ferrnandinho com um adversário e, ao final, as câmeras flagraram Roger dando-lhe uma carraspana. Se foi mesmo essa a razão da dura, é sinal da atenção redobrada que o guri receberá.
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