Foto: Arquivo Pessoal / Leitor
Ai, Gre-Nal! Tu és maravilhoso!
Grêmio e Internacional não são grandes parceiros. Muito pelo contrário. Mas, juntos, construíram um feito gigantesco: a maior rivalidade do futebol brasileiro. O Gre-Nal, como é conhecido tradicionalmente, supera todos os outros clássicos existentes, e em vários aspectos, que vão dos belos aos mais estranhos. Você jamais verá um clássico que evita as cores do rival em seu estádio. Na Arena, a Coca-Cola, patrocinadora do Grêmio, é azul.
O mesmo para a Tim, aquela do trem azul. Pois então, ela é completamente vermelha no estádio Beira-Rio.
Dentro de campo, o mesmo "arranca-pele" de sempre, fruto do bom, velho e "raçudo" futebol gaúcho. Fora dele, o coração na garganta e as geleiras na barriga do torcedor. Com o Gre-Nal, as tardes de domingo ficam mais completas. De frustração para alguns, de alegria para outros. O Gre-Nal mexe com os sentimentos e, portanto, não é um simples jogo.
Pois bem, vamos ao meu Gre-Nal inesquecível: a decisão do Campeonato Gaúcho de 2011. Naquela ocasião, o Grêmio havia construído uma bela vantagem na Padre Cacique ao derrotar o Internacional por 3 a 2. Na partida de volta, o "Tricolor dos Pampas" encontrou o caminho do gol logo aos 16 minutos da primeira etapa com o canhoto Lúcio. O caneco estava praticamente sacramentado, mas foi aí que o mais brilhante pensamento do técnico colorado Falcão entrou em cena. Sacou o zagueiro Juan e colocou Zé Roberto. De forma incrível, o jogo ganhou outra cara e, com 15 minutos para o fim, o Internacional vencia por 3 a 1, consagrando-se campeão pela 40ª vez.
Até hoje penso que aquele jogo não se resumiu em apenas uma alteração. Era também o toque de magia que só o Gre-Nal pode nos proporcionar. Incansável, ela entrou em ação novamente, pois queria mais suor e sofrimento. Com o gol do gremista Borges aos 35 minutos do segundo tempo, o duelo foi para os pênaltis. Foram 180 minutos de tanto equilíbrio, que só uma loteria para decidir.
Por destino, a responsabilidade caiu nos pés de Zé Roberto, o mesmo que mudou o rumo do jogo. Ele converteu e garantiu a taça ao Internacional. Este relato foi de apenas um dos outros 401 existentes e memoráveis jogos do clássico. Coisas que só acontecem em Gre-Nal.
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O mesmo para a Tim, aquela do trem azul. Pois então, ela é completamente vermelha no estádio Beira-Rio.
Dentro de campo, o mesmo "arranca-pele" de sempre, fruto do bom, velho e "raçudo" futebol gaúcho. Fora dele, o coração na garganta e as geleiras na barriga do torcedor. Com o Gre-Nal, as tardes de domingo ficam mais completas. De frustração para alguns, de alegria para outros. O Gre-Nal mexe com os sentimentos e, portanto, não é um simples jogo.
Pois bem, vamos ao meu Gre-Nal inesquecível: a decisão do Campeonato Gaúcho de 2011. Naquela ocasião, o Grêmio havia construído uma bela vantagem na Padre Cacique ao derrotar o Internacional por 3 a 2. Na partida de volta, o "Tricolor dos Pampas" encontrou o caminho do gol logo aos 16 minutos da primeira etapa com o canhoto Lúcio. O caneco estava praticamente sacramentado, mas foi aí que o mais brilhante pensamento do técnico colorado Falcão entrou em cena. Sacou o zagueiro Juan e colocou Zé Roberto. De forma incrível, o jogo ganhou outra cara e, com 15 minutos para o fim, o Internacional vencia por 3 a 1, consagrando-se campeão pela 40ª vez.
Até hoje penso que aquele jogo não se resumiu em apenas uma alteração. Era também o toque de magia que só o Gre-Nal pode nos proporcionar. Incansável, ela entrou em ação novamente, pois queria mais suor e sofrimento. Com o gol do gremista Borges aos 35 minutos do segundo tempo, o duelo foi para os pênaltis. Foram 180 minutos de tanto equilíbrio, que só uma loteria para decidir.
Por destino, a responsabilidade caiu nos pés de Zé Roberto, o mesmo que mudou o rumo do jogo. Ele converteu e garantiu a taça ao Internacional. Este relato foi de apenas um dos outros 401 existentes e memoráveis jogos do clássico. Coisas que só acontecem em Gre-Nal.
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