Após mais de um ano de desenvolvimento, implantação e testes, o Grêmio já faz uso intensivo da tecnologia para monitorar a performance de seus atletas e adversários. O Clube é o pioneiro na América Latina, e um dos poucos no mundo, a dispor deste conjunto de ferramentas e análises estatísticas, baseadas na plataforma SAP HANA, desenvolvido em conjunto com a empresa Equatoriana Kin Analytics (www.kinanalytics.com), e que tem como novidade, uma filosofia inédita de indicadores de desempenho, colocada ao alcance da comissão técnica e dos gestores do futebol.
Segundo o vice-presidente Antonio Dutra Jr, responsável pela implantação de todo o sistema no Departamento de Futebol, nesse momento em que o Clube anuncia a renovação do contrato do atleta Marcelo Grohe até 2020, é possível observar em números, o talento e aporte oferecidos a uma equipe por um jogador que está em nível de excelência, quando em comparação com outros jogadores de sua mesma posição no Brasil.
“Seu desempenho o coloca em um patamar superior aos demais goleiros que disputaram o Campeonato Brasileiro 2015. Para cada gol que um goleiro médio da competição sofreu, ele teve apenas 0,52 gols, ou seja, foi quase duas vezes melhor que o goleiro médio. Quando consideramos as finalizações que ele recebeu, o goleiro médio do campeonato teria sofrido 23.11 gols”, explica Dutra.
Uma análise mais detalhada sobre a Expectativa de Gols (ExpG), um dos indicadores construídos com a Kin Analytics na plataforma SAP HANA revela a quantidade de gols que deveriam ser marcados por um time de acordo com as finalizações de jogo. “Adotamos uma abordagem que acentua a eficiência do atleta ou de uma determinada formação de ataque ou defesa. São diversos parâmetros a serem considerados para o calcular este modelo, que pode alcançar uma complexidade considerável, levando-se em consideração a distância e o tipo da finalização, local do jogo, dentre outros”, define.
No caso do goleiro, foi implantada a mesma lógica, isto é, o indicador ExpGS representou a quantidade esperada de gols que um time deveria ter sofrido, considerando a qualidade e quantidade de finalizações a que foi submetido ao longo do campeonato. “O ExpGS nos permite avaliar estatisticamente a eficiência dos goleiros, num modelo que leva em conta a qualidade do time em que ele atua”, diz o vice-presidente.
Assim, o desempenho de Grohe o coloca num patamar superior aos demais goleiros que disputaram o Campeonato Brasileiro de 2015. “Para cada gol que um goleiro médio da competição sofreu, ele sofreu apenas 0,52 gols, ou seja, quase duas vezes melhor que o goleiro médio. Quando consideramos as finalizações que ele recebeu, o goleiro médio do campeonato teria sofrido 23,11 gols, enquanto o arqueiro gremista sofreu apenas 12 gols. A presença de Marcelo Grohe se traduziu para a equipe, ao longo do Campeonato Brasileiro de 2015, num aporte de pelo menos 9 pontos na classificação geral”, ressalta Dutra Jr.
Seguindo a análise dos dados do Campeonato Brasileiro 2014, Marcelo Grohe também foi o melhor goleiro nesse ano, alcançando um desempenho de alto nível, com 0,65 gols sofridos por cada gol que o goleiro médio na competição teria sofrido.
“Estes resultados têm relação direta com o talento, o esforço e a dedicação não apenas do atleta, mas de toda a comissão técnica, especialmente do nosso preparador de goleiros, o Professor Rogerio Godoy”, finaliza Antônio Dutra Jr.
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Segundo o vice-presidente Antonio Dutra Jr, responsável pela implantação de todo o sistema no Departamento de Futebol, nesse momento em que o Clube anuncia a renovação do contrato do atleta Marcelo Grohe até 2020, é possível observar em números, o talento e aporte oferecidos a uma equipe por um jogador que está em nível de excelência, quando em comparação com outros jogadores de sua mesma posição no Brasil.
“Seu desempenho o coloca em um patamar superior aos demais goleiros que disputaram o Campeonato Brasileiro 2015. Para cada gol que um goleiro médio da competição sofreu, ele teve apenas 0,52 gols, ou seja, foi quase duas vezes melhor que o goleiro médio. Quando consideramos as finalizações que ele recebeu, o goleiro médio do campeonato teria sofrido 23.11 gols”, explica Dutra.
Uma análise mais detalhada sobre a Expectativa de Gols (ExpG), um dos indicadores construídos com a Kin Analytics na plataforma SAP HANA revela a quantidade de gols que deveriam ser marcados por um time de acordo com as finalizações de jogo. “Adotamos uma abordagem que acentua a eficiência do atleta ou de uma determinada formação de ataque ou defesa. São diversos parâmetros a serem considerados para o calcular este modelo, que pode alcançar uma complexidade considerável, levando-se em consideração a distância e o tipo da finalização, local do jogo, dentre outros”, define.
No caso do goleiro, foi implantada a mesma lógica, isto é, o indicador ExpGS representou a quantidade esperada de gols que um time deveria ter sofrido, considerando a qualidade e quantidade de finalizações a que foi submetido ao longo do campeonato. “O ExpGS nos permite avaliar estatisticamente a eficiência dos goleiros, num modelo que leva em conta a qualidade do time em que ele atua”, diz o vice-presidente.
Assim, o desempenho de Grohe o coloca num patamar superior aos demais goleiros que disputaram o Campeonato Brasileiro de 2015. “Para cada gol que um goleiro médio da competição sofreu, ele sofreu apenas 0,52 gols, ou seja, quase duas vezes melhor que o goleiro médio. Quando consideramos as finalizações que ele recebeu, o goleiro médio do campeonato teria sofrido 23,11 gols, enquanto o arqueiro gremista sofreu apenas 12 gols. A presença de Marcelo Grohe se traduziu para a equipe, ao longo do Campeonato Brasileiro de 2015, num aporte de pelo menos 9 pontos na classificação geral”, ressalta Dutra Jr.
Seguindo a análise dos dados do Campeonato Brasileiro 2014, Marcelo Grohe também foi o melhor goleiro nesse ano, alcançando um desempenho de alto nível, com 0,65 gols sofridos por cada gol que o goleiro médio na competição teria sofrido.
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