Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Roger Machado pediu a Romildo Bolzan que lutasse contra moinhos de vento para manter a espinha dorsal de seu time apesar das adversidades financeiras: Marcelo Grohe, Geromel, Maicon, Douglas e Luan. A renovação de contrato do goleiro ídolo – garoto propaganda da campanha de sócios – até dezembro de 2020 encerra a primeira parte do desafio de formar time candidato a título da Libertadores. O quinteto fica, portanto.
Não é pouco manter a espinha dorsal de uma equipe. É muito. Renovações assim, nas quais os jogadores se valorizam e a concorrência cresce o olho, demandam mais esforço do que uma contratação. Agora vem a segunda parte do desafio, que é acrescentar qualidade. O cenário financeiro é quase intransponível, e o Grêmio já decidiu o caminho na encruzilhada. Bolzan baterá com ênfase na tecla de que não há dinheiro.
O presidente gremista prefere a transparência, mesmo que ela provoque muchochos no torcedor. Concorrentes derrubam dinheiro sobre a mesa. O Tigres cobriu a proposta por Fernando Fernández. O Flamengo, com seus R$ 20 milhões para reforços, fez o mesmo com Rodinei. Deve repetir a dose com Henrique. A saída será garimpar, repetindo a estratégia que deu certo com o zagueiro Pedro Geromel. Os reforços virão dessa maneira – a única possível no atual contexto do Grêmio.
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Não é pouco manter a espinha dorsal de uma equipe. É muito. Renovações assim, nas quais os jogadores se valorizam e a concorrência cresce o olho, demandam mais esforço do que uma contratação. Agora vem a segunda parte do desafio, que é acrescentar qualidade. O cenário financeiro é quase intransponível, e o Grêmio já decidiu o caminho na encruzilhada. Bolzan baterá com ênfase na tecla de que não há dinheiro.
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