Foto: Diego Vara / Agencia RBS
A multa rescisória do contrato de dois anos assinado pelo técnico Roger Machado é baixa. Não há risco de, em caso de saída antes do final do vínculo, o Grêmio ficar pendurado no pincel tendo de pagar um valor altíssimo convertido em muitas parcelas, como aconteceu com Vanderlei Luxemburgo, que chegou a ameaçar com ação judicial.
As duas partes, Grêmio e Roger, pensaram juntas no clube, cada uma delas dando a sua colaboração para eventualidades das quais ninguém está livre, ainda mais no mundo do futebol.
Situação do Grêmio responde à oposição
Roberto Sommer, conselheiro ligado à situação, ex-integrante do conselho fiscal, rebate a carta do Movimento Grêmio Independente (MGI), principal grupo de oposição, que a coluna revelou em primeira mão. O MGI criticou a demora na compra da gestão da Arena, o que estaria emperrando novas associações.
Sommer afirma que houve evasão, mas pela forma como se deu a migração do Olímpico para a Arena. Ele alega que muitos estão retornando, e o farão em peso quando se encerrarem as negociações com a OAS.
Sommer argumenta que o atraso na compra da gestão da Arena não se deve ao Grêmio, mas a OAS. Ele se refere à necessidade de aprovação, pela Assembleia Geral de Credores, do processo de recuperação judicial da empreiteira e suas subsidiárias.
Afirma que o “propalado déficit operacional que vem sendo suportado pelo clube nos seus últimos três balanços” refletem as despesas arcadas pelo Grêmio perante a OAS nos contratos e aditivos de construção do estádio, reduzidos a partir da gestão de Fábio Koff.
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Sommer afirma que houve evasão, mas pela forma como se deu a migração do Olímpico para a Arena. Ele alega que muitos estão retornando, e o farão em peso quando se encerrarem as negociações com a OAS.
Sommer argumenta que o atraso na compra da gestão da Arena não se deve ao Grêmio, mas a OAS. Ele se refere à necessidade de aprovação, pela Assembleia Geral de Credores, do processo de recuperação judicial da empreiteira e suas subsidiárias.
Afirma que o “propalado déficit operacional que vem sendo suportado pelo clube nos seus últimos três balanços” refletem as despesas arcadas pelo Grêmio perante a OAS nos contratos e aditivos de construção do estádio, reduzidos a partir da gestão de Fábio Koff.
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