A comissão de clubes que discute melhorias para o futebol brasileiro apoiou a sugestão do Flamengo de criar um controle externo para a arbitragem no Brasileirão.
Uma das principais vantagens do sistema, segundo os cartolas, seria punir os árbitros que prejudicam as equipes com pequenos erros em diversos momentos do jogo.
Por outro lado, o principal obstáculo para a ideia sair do papel é o custo. Especialistas precisam ser contratados para avaliar os juízes, e uma auditoria de peso seria paga para analisar o trabalho deles e da comissão de arbitragem.
A ideia apresentada nesta sexta à CBF e discutida em reunião da comissão de clubes é que o grupo de especialistas dê notas para os árbitros analisando suas atuações. Por sua vez, a comissão de arbitragem teria que colocar nos sorteios dos jogos mais importantes os melhores colocados do ranking elaborado conforme as notas.
Já a empresa especializada em auditoria verificaria se as notas foram dadas de maneira correta e se a comissão de arbitragem usou adequadamente o ranking.
A Ernest & Young, renomada empresa de auditoria, participou da reunião, mas não há garantias de que ela assumirá a função se o projeto for aprovado.
“Temos muitas coisas para definir ainda. Qual o custo de tudo isso e como ele será pago”, disse Romildo Bolzan Júnior, presidente do Grêmio e membro da comissão de clubes.
“Não será barato, porque uma auditoria de grande porte não é barata. Mas acho que compensa para CBF pagar. Vai dar muito mais credibilidade ao campeonato, vai diminuir as reclamações”, afirmou Eduardo Bandeira de Mello, presidente do Flamengo, membro da comissão e autor do projeto.
“Quando conversei com os clubes durante a reunião, eles não tinham fechado o projeto. Disse para eles fecharem e me encaminharem. A CBF vai ver se é viável”, declarou Walter Feldman, secretário-geral da confederação.
Segundo o presidente do Flamengo, a comissão formada por especialistas analisaria a atuação do juiz na partida inteira. “Hoje só analisam os lances polêmicos. Mas sabemos que o árbitro mal-intencionado não prejudica dando pênalti que não foi. Ele dá cartões sem critério, marca falta inexistente. Esses erros que não aparecem seriam vistos, e o juiz levaria nota baixa”, disse Mello.
Os cartolas ainda não discutiram quem avaliaria os árbitros. “Por mim, poderia ser alguém de fora do país. Não vejo nenhum problema em especialistas da Alemanha e da Inglaterra, por exemplo, fazerem esse trabalho”, opinou o presidente do Grêmio. Ele também defende que o novo critério seja aplicado nos Estaduais.
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Já a empresa especializada em auditoria verificaria se as notas foram dadas de maneira correta e se a comissão de arbitragem usou adequadamente o ranking.
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“Temos muitas coisas para definir ainda. Qual o custo de tudo isso e como ele será pago”, disse Romildo Bolzan Júnior, presidente do Grêmio e membro da comissão de clubes.
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Segundo o presidente do Flamengo, a comissão formada por especialistas analisaria a atuação do juiz na partida inteira. “Hoje só analisam os lances polêmicos. Mas sabemos que o árbitro mal-intencionado não prejudica dando pênalti que não foi. Ele dá cartões sem critério, marca falta inexistente. Esses erros que não aparecem seriam vistos, e o juiz levaria nota baixa”, disse Mello.
Os cartolas ainda não discutiram quem avaliaria os árbitros. “Por mim, poderia ser alguém de fora do país. Não vejo nenhum problema em especialistas da Alemanha e da Inglaterra, por exemplo, fazerem esse trabalho”, opinou o presidente do Grêmio. Ele também defende que o novo critério seja aplicado nos Estaduais.
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