Livro Somos Azuis, Pretos e Brancos será dado de presente a atletas do Flu (Foto: Divulgação/L&PM)
Em uma ação pelo Dia da Consciência Negra, comemorado no dia 20 deste mês, o Grêmio irá promover uma ação diferente antes da partida contra o Fluminense, às 19h30 desta quinta-feira, na Arena. O clube irá presentear os 11 jogadores do rival com o livro "Somos todos azuis, pretos e brancos", que fala da história dos atletas negros do clube. Além disso, convidou cerca de 40 imigrantes haitianos e senegaleses para assistir ao jogo no estádio.
O clube já contatou a CBF para colocar a entrega no protocolo oficial do jogo.
Os exemplares da obra serão entregues pelos jogadores gremistas para os atletas rivais no momento do cumprimento das equipes em campo. O livro foi recentemente lançado pelo autor Léo Gerchmann na Grêmio Mania da Arena, com a presença do técnico Roger Machado.
– É uma construção em função do Dia da Consciência Negra, e o livro que o Léo Gerchmann lançou, de mostrar bem claramente a questão da pluralidade do Grêmio, em todos os sentidos. Neste dia, nada mais bonito e correto que mostrar essa história do Grêmio e passar para todos. É um gesto que posiciona o caráter plural do clube – comentou o diretor executivo de marketing gremista, Beto Carvalho.
O clube também convidou cerca de 40 imigrantes haitianos e senegaleses para assistir ao jogo na Arena. Antes da partida, é possível que o grupo vá ao gramado para ser saudado. Uma ação também em comemoração ao Dia da Consciência Negra, que ocorre na próxima sexta.
O trabalho de Gerchmann prescindiu de pesquisa histórica em documentos oficiais do clube e depoimentos. Além de confrontar a suposta discriminação racial no clube, o projeto mostra-se como um “manifesto a favor da tolerância e do respeito às diferenças”.
Roger participou de sessão de autógrafos do livro (Foto: Eduardo Deconto / GloboEsporte.com)
A questão racial no Grêmio aflorou em agosto de 2014, quando a torcedora Patrícia Moreira foi flagrada chamando o goleiro Aranha de "macaco" nas arquibancadas da Arena durante a derrota para o Santos por 2 a 0, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Na ocasião, o jogador reclamou com o árbitro Wilton Pereira Sampaio, alegando ter sido vítima de xingamentos por parte da torcida.
Além de Patrícia, foram acusados os torcedores Eder Braga, Fernando Ascal e Rodrigo Rychter pelo caso no estádio gremista. No total, sete pessoas foram identificadas cometendo supostas injúrias contra o goleiro do Santos. Os quatro aceitaram, em novembro passado, a proposta de suspensão condicional do processo.
Na esfera esportiva, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) eliminou o clube da competição por conta do ato de torcedores. Os auditores votaram contra a exclusão e decidiram punir os gaúchos com a perda de pontos, o que acarretou na eliminação da equipe da Copa do Brasil.
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O clube já contatou a CBF para colocar a entrega no protocolo oficial do jogo.
Os exemplares da obra serão entregues pelos jogadores gremistas para os atletas rivais no momento do cumprimento das equipes em campo. O livro foi recentemente lançado pelo autor Léo Gerchmann na Grêmio Mania da Arena, com a presença do técnico Roger Machado.
– É uma construção em função do Dia da Consciência Negra, e o livro que o Léo Gerchmann lançou, de mostrar bem claramente a questão da pluralidade do Grêmio, em todos os sentidos. Neste dia, nada mais bonito e correto que mostrar essa história do Grêmio e passar para todos. É um gesto que posiciona o caráter plural do clube – comentou o diretor executivo de marketing gremista, Beto Carvalho.
O clube também convidou cerca de 40 imigrantes haitianos e senegaleses para assistir ao jogo na Arena. Antes da partida, é possível que o grupo vá ao gramado para ser saudado. Uma ação também em comemoração ao Dia da Consciência Negra, que ocorre na próxima sexta.
O trabalho de Gerchmann prescindiu de pesquisa histórica em documentos oficiais do clube e depoimentos. Além de confrontar a suposta discriminação racial no clube, o projeto mostra-se como um “manifesto a favor da tolerância e do respeito às diferenças”.
Roger participou de sessão de autógrafos do livro (Foto: Eduardo Deconto / GloboEsporte.com)A questão racial no Grêmio aflorou em agosto de 2014, quando a torcedora Patrícia Moreira foi flagrada chamando o goleiro Aranha de "macaco" nas arquibancadas da Arena durante a derrota para o Santos por 2 a 0, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Na ocasião, o jogador reclamou com o árbitro Wilton Pereira Sampaio, alegando ter sido vítima de xingamentos por parte da torcida.
Além de Patrícia, foram acusados os torcedores Eder Braga, Fernando Ascal e Rodrigo Rychter pelo caso no estádio gremista. No total, sete pessoas foram identificadas cometendo supostas injúrias contra o goleiro do Santos. Os quatro aceitaram, em novembro passado, a proposta de suspensão condicional do processo.
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