Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Pela terceira vez, a votação dos credores sobre o plano de recuperação da OAS, que ocorreria na tarde desta terça-feira, foi postergada. A decisão adia para 19 de novembro a definição sobre a venda da Arena ao Grêmio, que deve ser concretizada somente nos primeiros meses de 2016.
Ao mesmo tempo, existe otimismo por parte de membros da diretoria da construtora de que o plano de recuperação seja aprovado na próxima semana. Até porque um fato ocorrido nos últimos dias agradou aos credores.
Segundo a Folha de S. Paulo, a definição do preço mínimo para a venda da participação de 24,4% da empreiteira na empresa de concessões Invepar, em R$ 1,35 bilhão, era um requisito para que os credores internacionais concordassem com o plano de recuperação da OAS. O ativo deve ser arrematado em leilão pela canadense Brookfield, que negociou o direito de cobrir a oferta. Ainda, conforme a Folha, a dívida total da construtora seria de R$ 11 bilhões.
Com mais uma semana de prazo, a OAS poderá ajustar os últimos detalhes de seu plano de recuperação. A partir da aprovação dos credores, a OAS terá o sinal verde para concluir a venda da Arena ao Grêmio. Antes disso, o negócio passará pelo crivo do Conselho Deliberativo do clube. Ainda assim, a tendência é de que a transação seja concluída somente no início do ano que vem.
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Segundo a Folha de S. Paulo, a definição do preço mínimo para a venda da participação de 24,4% da empreiteira na empresa de concessões Invepar, em R$ 1,35 bilhão, era um requisito para que os credores internacionais concordassem com o plano de recuperação da OAS. O ativo deve ser arrematado em leilão pela canadense Brookfield, que negociou o direito de cobrir a oferta. Ainda, conforme a Folha, a dívida total da construtora seria de R$ 11 bilhões.
Com mais uma semana de prazo, a OAS poderá ajustar os últimos detalhes de seu plano de recuperação. A partir da aprovação dos credores, a OAS terá o sinal verde para concluir a venda da Arena ao Grêmio. Antes disso, o negócio passará pelo crivo do Conselho Deliberativo do clube. Ainda assim, a tendência é de que a transação seja concluída somente no início do ano que vem.
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