Após reflexão, Felipão se vê 'execrado' por um jogo e revela apoio de técnicos

Novo treinador do Grêmio diz que jogo com a Alemanha foi algo pontual e valoriza currículo de títulos. Segundo ele, recebeu ligações de Minelli, Candinho e Fernando Diniz


Fonte: Lance Net!

Felipão rechaça pressão, mas admite marca do 7 a 1 na carreira (Foto: Ricardo Rímoli/ LANCE!Press)

Luiz Felipe Scolari foi contratado, junto com a sua mística vitoriosa com o Grêmio. Mas também traz a carga de ter levado 7 a 1 da Alemanha na semifinal da Copa do Mundo, há três semanas. Ao ser perguntado sobre o assunto, o técnico disse que não está "nem aí" para discutir mais os dados e a goleada sofrida com a Seleção Brasileira. Além disso, afirmou que recebeu apoio de técnicos como Rubens Mnelli, ex-Inter e Grêmio, por exemplo, e que sua história de títulos foi esquecida por conta de um resultado.

O comandante do Tricolor deixou claro que apenas o clube gaúcho poderia o tirar de um período de recesso, que estava previsto. Felipão iria viajar para Portugal com a esposa Olga em setembro, algo que não vai mais acontecer, obviamente. E também precisava de "carinho" e "abraço" do clube.

- Pode ter reflexo no resultado do Mundial. Na ideia geral do que tenho do trabalho, não. Se me perguntar o que vai ficar marcado, é o resultado catastrófico, sei disso. Apenas, acredito e acho que os resultados gerais não dão a oportunidade para manifestar de uma forma pejorativa do que fiz até hoje. Mas não estou nem aí para discutir dados da goleada. Recebi ligação do Rubens Minelli, falando "tomei 8, e uma semana, um mês, fui para o Palmeiras".

Foi catastrófico, sinto e guardo para o resto da vida, mas algumas coisas que estão tentando jogar por aí não são corretos.

O passado diz o que foi, um jogo não diz a realidade da minha vida - reclamou.

Felipão garante que é o mesmo de quando começou a jogar, em 67, no Aimoré, time da região metropolitana de Porto Alegre. Nos últimos dias, diz ter passado por "um sufoco" pelas críticas sofridas. A dificuldade no duelo com a Alemanha é visto como pontual por Felipão.

- De um mês, 15 dias para cá, é um Felipão que teve dificuldade em um determinado jogo e que passou a ser execrado por 90% das pessoas.

Não de torcedores, mas de pessoas ligadas ao futebol através da imprensa. Teve que passar duas semanas ouvindo e raciocionando, e nos últimos sete dias, disse que não era isso. Quando se recebe apoio de Fernando Diniz, Minelli, Candinho, falamos que a realidade é essa. Vai se pesquisar e ver o que aconteceu com outros técnicos. Tenho saúde e alegria grande. É o Felipão feliz e com a vontade de sempre - completou.

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