Scheidt e Marcão cumpriram suspensões por doping
Foto: Montagem sobre fotos / Agência RBS
Os resultados positivos de Nilton e Wellington nos exames antidoping de três partidas não são casos inéditos no futebol gaúcho. Tanto Inter quanto Grêmio já tiveram outros jogadores flagrados nos testes feitos após partidas nos últimos anos. Relembre os casos:
Anderson, volante do Inter
Quando: 1997
Substância: morfina
Julgamento: absolvido
O caso mais curioso envolve o volante Anderson. Jogador revelado pela base do Inter, o camisa 5 do time que foi terceiro colocado no Brasileirão de 1997 testou positivo para morfina após um jogo contra o Santos, em novembro, pela fase semifinal da competição. Na sua defesa, Anderson alegou ter comido pães com semente de papoula. A defesa foi aceita pelo STJD, e o volante foi absolvido.
Scheidt, zagueiro do Grêmio
Quando: 1999
Substância: hormônio DHEA
Julgamento: suspenso por 120 dias
Scheidt vivia um bom momento na carreira, titular do Grêmio e convocado pela Seleção Brasileira, quando testou positivo para o hormônio DHEA após uma partida contra o Flamengo, em abril de 1999, pela Copa do Brasil. Ele foi suspenso pelo STJD por 120 dias. Na sua defesa, o jogador e o Grêmio alegaram que seu corpo produzia o hormônio naturalmente. Scheidt cumpriu a suspensão entre maio e setembro daquele ano.
Marcão, lateral do Inter
Quando: 2007
Substância: finasterida
Julgamento: suspenso por 120 dias, cumpriu 62
Recém contratado pelo Inter em 2007, o lateral e zagueiro Marcão foi punido, em agosto daquele ano, por ter sido flagrado com finasterida em um exame feito em julho, após uma partida contra o Juventude pelo Brasileirão. O jogador alegou o uso de um remédio contra a queda de cabelos, que utilizava havia anos. Ele pegou 120 dias de suspensão no STJD, mas ele cumpriu pouco mais da metade da pena: o tribunal reverteu os últimos 58 dias em cestas básicas.
Mateus Oliveira e Felipe Ferreira, da base do Grêmio
Quando: 2012
Substância: Methylhexaneamina
Julgamento: suspensos por oito meses
O Grêmio teve um caso com dois jogadores flagrados em exames antidoping na Copa do Brasil Sub-20 de 2012. Os jogadores Mateus Oliveira e Felipe Ferreira, da base tricolor, testaram positivo para Methylhexaneamina em novembro, após um jogo contra o Vitória, em Salvador. O Grêmio defendeu os atletas alegando que a responsabilidade pelo doping era do preparador físico Diego Mello. Os jogadores foram punidos por oito meses pelo STJD, enquanto Mello foi absolvido.
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Anderson, volante do Inter
Quando: 1997
Substância: morfina
Julgamento: absolvido
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Scheidt, zagueiro do Grêmio
Quando: 1999
Substância: hormônio DHEA
Julgamento: suspenso por 120 dias
Scheidt vivia um bom momento na carreira, titular do Grêmio e convocado pela Seleção Brasileira, quando testou positivo para o hormônio DHEA após uma partida contra o Flamengo, em abril de 1999, pela Copa do Brasil. Ele foi suspenso pelo STJD por 120 dias. Na sua defesa, o jogador e o Grêmio alegaram que seu corpo produzia o hormônio naturalmente. Scheidt cumpriu a suspensão entre maio e setembro daquele ano.
Marcão, lateral do Inter
Quando: 2007
Substância: finasterida
Julgamento: suspenso por 120 dias, cumpriu 62
Recém contratado pelo Inter em 2007, o lateral e zagueiro Marcão foi punido, em agosto daquele ano, por ter sido flagrado com finasterida em um exame feito em julho, após uma partida contra o Juventude pelo Brasileirão. O jogador alegou o uso de um remédio contra a queda de cabelos, que utilizava havia anos. Ele pegou 120 dias de suspensão no STJD, mas ele cumpriu pouco mais da metade da pena: o tribunal reverteu os últimos 58 dias em cestas básicas.
Mateus Oliveira e Felipe Ferreira, da base do Grêmio
Quando: 2012
Substância: Methylhexaneamina
Julgamento: suspensos por oito meses
O Grêmio teve um caso com dois jogadores flagrados em exames antidoping na Copa do Brasil Sub-20 de 2012. Os jogadores Mateus Oliveira e Felipe Ferreira, da base tricolor, testaram positivo para Methylhexaneamina em novembro, após um jogo contra o Vitória, em Salvador. O Grêmio defendeu os atletas alegando que a responsabilidade pelo doping era do preparador físico Diego Mello. Os jogadores foram punidos por oito meses pelo STJD, enquanto Mello foi absolvido.
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