Foto: MARLON COSTA / ESTADÃO CONTEÚDO
O Sport quis mais a vitória do que o Grêmio. Mordeu mais, dividiu mais. E jogou mais futebol. Mereceu ganhar. Teve ímpeto e bola no pé. A derrota tricolor em Recife é mais um alerta para um time que abusa da falta de objetividade, problema que Roger Machado não consegue corrigir mesmo com semanas livres para treinar.
A rodada ajudou, e o Grêmio poderia ter encaminhado sua vaga na Libertadores, mas repetiu um defeito crônico, o pé torto. Luan rasgou duas chances. Everton recebeu cara a cara e perdeu. Giuliano errou uma sozinho. A expulsão ridícula de Pedro Rocha só fechou a conta. O Grêmio só perde o posto no G-4 para ele próprio, ou melhor, para o seu ataque.
Douglas se arrastou, desperdiçou contragolpes, parecia satisfeito com empate. O Grêmio intenso ficou no passado. Bom que há tempo para reencontrá-lo, o Brasileirão para 10 dias. O jogo estratégico é contra o Fluminense, em casa. A vitória aproxima a Libertadores e alivia o peso do Gre-Nal. Depende da competência tricolor transformar o clássico em jogo de vida ou morte apenas para o rival.
Passado o intervalo das Eliminatórias, o Brasileirão terá quatro jogos, 12 pontos em disputa em menos de três semanas. É a hora do arranque. Creio que 63 pontos levem à Libertadores – Grêmio tem 59. Quinto e sexto colocados, São Paulo e Inter têm 53 e chegam, com 100% (algo difícil), a 65. O Santos tem 54, mas terá duas rodadas em meio às finais da Copa do Brasil. A dupla Gre-Nal torce pelos alvinegros, que são favoritos. O G-5 interessa aos gaúchos.
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