Foto: Gilvan de Souza / Flamengo
Chamei de farra santa a festa que resultou na punição de cinco jogadores do Flamengo, obviamente abordando o episódio sob a ótica dos gaúchos, que ainda têm no time carioca um remoto adversário de G-4. No caso do Grêmio, é o próximo confronto, na Arena. Parece-me que claro que a confusão prejudica o Flamengo. Duvido que o vestiário aceite bem uma atitude desse tipo. O técnico Oswaldo de Oliveira terá dificuldade na reposição.
Sobre o fato em si, a verdade é que o falso moralismo transbordou. É claro que o componente eleitoral da Gávea entrou em campo. No fim do ano acontece, pela primeira vez, um pleito para três anos de mandato. A direção do Flamengo (que faz uma gestão séria e competente, vale dizer) jogou para a torcida, falando em danos à imagem da instituição. Danos?
Que danos? Não há nem confirmação se era festa de fato ou mais uma distorção das redes sociais. Primeiro, a notícia era de que o treino do dia seguinte havia atrasado pela bandalha da véspera. Aí sim, teríamos um problema. Mas isso não se confirmou.
O princípio deve ser seguinte: de folga, faz o que bem entender. Ninguém tem nada a ver com isso. Jogador tem de ser julgado pelo seu trabalho, e não pelo que faz fora dele. Se dorme pouco, mas dá conta do recado em campo, fim de papo. Do contrário, se prejudica o time, banco nele. Vamos combinar que ser fiscal de boleiro é deprimente.
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Chamei de farra santa a festa que resultou na punição de cinco jogadores do Flamengo, obviamente abordando o episódio sob a ótica dos gaúchos, que ainda têm no time carioca um remoto adversário de G-4. No caso do Grêmio, é o próximo confronto, na Arena. Parece-me que claro que a confusão prejudica o Flamengo. Duvido que o vestiário aceite bem uma atitude desse tipo. O técnico Oswaldo de Oliveira terá dificuldade na reposição.
Sobre o fato em si, a verdade é que o falso moralismo transbordou. É claro que o componente eleitoral da Gávea entrou em campo. No fim do ano acontece, pela primeira vez, um pleito para três anos de mandato. A direção do Flamengo (que faz uma gestão séria e competente, vale dizer) jogou para a torcida, falando em danos à imagem da instituição. Danos?
Que danos? Não há nem confirmação se era festa de fato ou mais uma distorção das redes sociais. Primeiro, a notícia era de que o treino do dia seguinte havia atrasado pela bandalha da véspera. Aí sim, teríamos um problema. Mas isso não se confirmou.
O princípio deve ser seguinte: de folga, faz o que bem entender. Ninguém tem nada a ver com isso. Jogador tem de ser julgado pelo seu trabalho, e não pelo que faz fora dele. Se dorme pouco, mas dá conta do recado em campo, fim de papo. Do contrário, se prejudica o time, banco nele. Vamos combinar que ser fiscal de boleiro é deprimente.
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