Regina Brandão, psicóloga e amiga de Luiz Felipe Scolari, disse que o efeito da derrota (7 a 1) do Brasil para a Alemanha poderia ser danoso a todos integrantes da comissão técnica e jogadores da seleção. Em conversa com este blogueiro, Brandão se manifestou preocupada até com o futuro de Felipão. Temia até pelo encerramento da carreira do treinador.
Antes de receber a proposta do Grêmio, Felipão estava agoniado. Lembrava um boxeador nas cordas próximo de sofrer um nocaute. Não havia como sair dessa situação a não ser o convívio com os familiares e uma reclusão não forçada. Um perfil que Regina Brandão assinaria.
Sem saída, o treinador não esperava por uma proposta a curto prazo para voltar a trabalhar no futebol. As feridas com a queda na seleção e a decepção com o comando da CBF – a dupla Marin e Del Nero – ainda estavam bem abertas. Proposta de um clube que não fosse de sua afinidade ou de um país de segundo escalão no futebol também não seria fácil aceitar.
No Brasil, não havia nenhuma porta aberta até aparecer a oportunidade de dirigir o Grêmio. Quando o presidente do clube gaúcho e seu amigo Fabio Koff fez o primeiro contato, Felipão se entusiasmou com o que ouviu. Poderia voltar ao clube que o projetou e ao mesmo tempo poderia enfrentar críticas e acusações ao seu fracasso na Copa do Mundo.
Nem mesmo ter sido um plano B do Grêmio, que teria manifestado
preferência primeiro por Tite, incomodou Felipão. Seu desejo era voltar o mais rápido possível ao futebol. Por isso não pensou duas vezes para aceitar a oferta de Koff.
Daqui para frente, vai conviver com as inevitáveis críticas de que enterrou a seleção e agora vai mandar o Grêmio para a segunda divisão. Em Porto Alegre vai conviver com a divisão entre colorados e gaúchos.
Pelo País afora também vai enfrentar um cenário bem diferente do que tinha antes do fatídico 8 de julho no Mineirão. Antes unanimidade, agora vai ser obrigado a sobreviver em meio às vaias.
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Sem saída, o treinador não esperava por uma proposta a curto prazo para voltar a trabalhar no futebol. As feridas com a queda na seleção e a decepção com o comando da CBF – a dupla Marin e Del Nero – ainda estavam bem abertas. Proposta de um clube que não fosse de sua afinidade ou de um país de segundo escalão no futebol também não seria fácil aceitar.
No Brasil, não havia nenhuma porta aberta até aparecer a oportunidade de dirigir o Grêmio. Quando o presidente do clube gaúcho e seu amigo Fabio Koff fez o primeiro contato, Felipão se entusiasmou com o que ouviu. Poderia voltar ao clube que o projetou e ao mesmo tempo poderia enfrentar críticas e acusações ao seu fracasso na Copa do Mundo.
Nem mesmo ter sido um plano B do Grêmio, que teria manifestado
preferência primeiro por Tite, incomodou Felipão. Seu desejo era voltar o mais rápido possível ao futebol. Por isso não pensou duas vezes para aceitar a oferta de Koff.
Daqui para frente, vai conviver com as inevitáveis críticas de que enterrou a seleção e agora vai mandar o Grêmio para a segunda divisão. Em Porto Alegre vai conviver com a divisão entre colorados e gaúchos.
Pelo País afora também vai enfrentar um cenário bem diferente do que tinha antes do fatídico 8 de julho no Mineirão. Antes unanimidade, agora vai ser obrigado a sobreviver em meio às vaias.
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