O Grêmio está em processo de reestruturação, com a nova direção buscando maneiras de aumentar a receita do clube. Uma das primeiras medidas foi a venda de Alysson ao Aston Villa, e há esforços para buscar outras fontes de renda, como patrocínio máster, naming rights do estádio e ticketeira para a venda de ingressos.
O CEO Alex Leitão ressaltou a importância de melhorar o fluxo de caixa do clube, que ele descreveu como estando "em coma" devido à situação financeira. Para alcançar esse objetivo, estão sendo consideradas diversas estratégias, incluindo a possibilidade de buscar um fundo de investimento estruturado, como o FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), para obter dinheiro com condições mais favoráveis de devolução.
Além disso, a nova gestão está ciente da necessidade de lidar com dívidas de curto prazo que podem acarretar em penalidades, como o transfer ban sofrido devido a atrasos no pagamento de clubes como o Granada e o River Plate-URU. O foco intensivo no fluxo de caixa é evidente, com o objetivo de evitar erros de gastos e garantir que o clube consiga cumprir suas obrigações financeiras.
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