O Grêmio viveu momentos de tensão nos bastidores após declarações de Marlon Passos, advogado responsável pela compra da gestão da Arena. Em entrevista a Duda Garbi, Marlon afirmou que Paulo Caleffi teria tentado atravessar a negociação, oferecendo um valor maior para “travar” o acordo com Marcelo Marques.
Caleffi, em vídeo publicado nas redes sociais, classificou a declaração como absurda e mentirosa, negando qualquer tentativa de intervir na negociação. “Mesmo em momento eleitoral, a verdade e a ética têm que prevalecer. Não aceitarei que meu nome seja inserido nesse tipo de questão”, afirmou.
Marlon Passos, por sua vez, em nota no Instagram, disse que buscava ser mais claro e justo em seus comentários. Ele destacou que, conhecendo os integrantes da Chapa 2 — atualmente liderada por Odorico —, não votaria neles, criticando decisões tomadas nos últimos cinco meses. Apesar de elogiar alguns membros, como Celso, reforçou que o núcleo principal não merecia estar à frente do Grêmio.
Nos bastidores, Marcelo Marques optou por não se manifestar diretamente, autorizando apenas seu advogado Ney Fayet e o assessor de imprensa a falar em seu nome. Marlon Passos esclareceu que realizou o trabalho de compra da gestão, mas não é funcionário e nem representa totalmente os pensamentos de Marcelo.
O episódio evidencia desgaste prévio: mesmo após elogiar Marcelo e até sugerir prêmios para torcedores símbolo, Marlon já havia criticado decisões feitas de forma apressada e prejudicando o profissionalismo, mostrando tensão crescente na gestão da Arena.
Grêmio; Marlon Passos; Paulo Caleffi; Marcelo Marques; gestão da Arena; bastidores; eleições Grêmio; conflitos internos.
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Caleffi, em vídeo publicado nas redes sociais, classificou a declaração como absurda e mentirosa, negando qualquer tentativa de intervir na negociação. “Mesmo em momento eleitoral, a verdade e a ética têm que prevalecer. Não aceitarei que meu nome seja inserido nesse tipo de questão”, afirmou.
Marlon Passos, por sua vez, em nota no Instagram, disse que buscava ser mais claro e justo em seus comentários. Ele destacou que, conhecendo os integrantes da Chapa 2 — atualmente liderada por Odorico —, não votaria neles, criticando decisões tomadas nos últimos cinco meses. Apesar de elogiar alguns membros, como Celso, reforçou que o núcleo principal não merecia estar à frente do Grêmio.
Nos bastidores, Marcelo Marques optou por não se manifestar diretamente, autorizando apenas seu advogado Ney Fayet e o assessor de imprensa a falar em seu nome. Marlon Passos esclareceu que realizou o trabalho de compra da gestão, mas não é funcionário e nem representa totalmente os pensamentos de Marcelo.
O episódio evidencia desgaste prévio: mesmo após elogiar Marcelo e até sugerir prêmios para torcedores símbolo, Marlon já havia criticado decisões feitas de forma apressada e prejudicando o profissionalismo, mostrando tensão crescente na gestão da Arena.
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