O Bahia sofre quando recebe o Grêmio: curiosamente, de cada dois confrontos em casa pela Série A, perde um. Tem um padrão a quebrar agora porque venceu o último confronto, no ano passado (1 a 0). Com este mando, desde 2006, foram cinco vitórias de cada equipe e um empate. A favor do padrão (se não ficou claro, seria a vez de o Bahia perder para o Grêmio...) o fato de o ataque baiano ter construído na média dos últimos cinco jogos, seu menor nível de ameaça às defesas adversárias, com finalizações de potencial estatístico para virar 0,61 gol.
Embora tenha média nesses cinco jogos de um gol por partida, sendo mais eficiente do que o esperado, venceu dois dos últimos oito jogos, com um empate e cinco derrotas, ficando a dúvida se a pior delas foi a goleada fora de casa para o Mirassol (5 a 1) ou a derrota no meio de semana no clássico Ba-Vi, também como visitante (2 a 1). Tensões para o técnico Rogério Ceni lidar.
Apesar disso tudo, o Bahia mantém suas vivas suas chances de classificação para a Libertadores por ser o segundo melhor mandante do Brasileirão (9 V, 3 E, 1 D, 77%), credencial de respeito, que indica que o Bahia (apenas o 11º visitante (31%) administra suas energias para se garantir em casa, seu ponto mais forte no objetivo (indireto) de acabar com o padrão favorável ao visitante Grêmio neste ano. Veremos.
Assim como o Bahia, o Grêmio é o 11º visitante (3 V, 4 E, 7 D, 31%). Só não sofreu gol em um dos 14 jogos fora (7%), pior desempenho defensivo forasteiro. Até a rodada passada, a defesa gaúcha estava sofrendo seu maior nível de ameaça no campeonato, permitindo aos adversários finalizações com características para marcar 2,28 gols por jogo (mas levou nesses jogos 1,2 gols em média, sendo mais eficiente do que o esperado). Contra o São Paulo , já não levou gol (em casa), na rodada passada.
O Grêmio tem potencial para surpreender a partir de jogada aérea porque marcou assim 11 dos últimos 14 gols (13 de 23 no campeonato sem contar pênaltis e faltas diretas) e foi assim que o Bahia sofreu cinco dos últimos seis gols (19 de 28). Há outro dificultador para o Bahia: a equipe baseia seu jogo e sua efetividade ofensiva na troca de passes rasteiros, com 18 dos últimos 22 gols marcados dessa forma. Está difícil superar a defesa gremista dessa forma. O time gaúcho sofreu apenas quatro dos últimos 19 gols (9 de 25).
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