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Apesar de também questionarem o resultado das eleições, as chapas 1, 3 e 4 continuam sem nomes eleitos, já que não atingiram a cláusula de barreira de 15% e, consequentemente, não conseguiram colocar conselheiros na renovação de 150 cadeiras. As chapas 2 e 6, no entanto, contam com 21 e nove suplentes, respectivamente.
O entendimento da comissão eleitoral foi embasado no estatuto do clube, que estabelece que nenhuma chapa pode ocupar mais de 70% das vagas no Conselho, a menos que alcance mais de 70% dos votos válidos. A Chapa 2, com 61,6% dos votos, havia colocado 80% dos conselheiros eleitos, o que levou à revisão da distribuição das cadeiras.
Os conselheiros eleitos neste ano terão mandato pelos próximos seis anos e estarão aptos a votar na eleição para a presidência do clube, prevista para novembro.
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