Vice-presidente do Grêmio, Eduardo Magrisso, compartilha suas impressões sobre o processo de transição com a Arena. A saída de Marcelo Marques da vida política e administrativa do Grêmio produziu nova consequência. Desta vez, o núcleo duro da nova gestão da Arena foi atingido. O advogado Marlon Passos, braço direito do empresário e responsável pelo estádio nos últimos meses, anunciou na noite de quarta-feira que não está mais à frente do negócio. Em nota publicada nas redes sociais, Passos afirmou que o motivo essencial da saída é a entrega "urgente" da Arena ao Grêmio.
Inicialmente, a transição da equipe de Marques para a tutela do clube ocorreria apenas em janeiro, mas o empresário determinou que o movimento fosse antecipado para 1º de novembro, data confirmada oficialmente pelo Grêmio na última terça-feira. — Minha saída é motivada essencialmente pela nova fase que se inicia, a partir da decisão, alheia à minha vontade, de que a transferência seja feita de forma urgente ao Grêmio, algo que atropela o profissionalismo do planejamento prévio e gera instabilidade nas pessoas envolvidas.
Sei da ansiedade para que tudo se resolva logo, mas é necessário que se respeite o tempo, com organização, de modo que não posso compactuar com tamanha instabilidade — escreveu o advogado. Conforme o texto do agora ex-gestor da Arena, novos profissionais foram designados para atuar na transição: Marcelo Pierdoná, advogado tributarista e societário, e Marcelo Amaral, contador.
Passos informa que continua para "garantir que a transição seja exitosa". Contudo, destaca que agora não é mais como "número 1". — Portanto, e talvez até por uma incapacidade pessoal, não consigo seguir assim. Não tenho habilidade para participar de decisões que impactam vidas, empresas e instituições sem pensar nas consequências — acrescentou Marlon Passos. Conforme apurou o ge, Marcelo Marques estava desgostoso com algumas atitudes nos bastidores no comando da Arena e tomou a decisão que entendeu ser melhor para o Grêmio.
A compra foi feita para o clube e o objetivo era beneficiar a instituição. Além disso, uma das reuniões feitas teve divergências relevantes entre Passos e membros da atual direção gremista. Isso também pesou na decisão tomada por Marques de antecipar a passagem da administração para o Grêmio.
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