Enderson Moreira deixou Grêmio após derrota
(Foto: Lucas Uebel / Site Oficial do Grêmio)
Demitido do Grêmio após a derrota para Coritiba em casa, no domingo, o técnico Enderson Moreira culpou a pressão pela falta de títulos como razão para a sua saída, na 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para o treinador, seu trabalho teve de lidar com cobranças que não eram adequadas pelo pouco período à frente do clube, seis meses e 20 dias. A última taça de nível nacional levantada pelo clube foi a da Copa do Brasil, em 2001.
- É uma questão cultural, acho que quando as coisas não funcionam há uma pressão, principalmente do torcedor. No caso do Grêmio, a gente convivia com uma pressão que não é de um trabalho de seis meses, mas de 13 anos sem um grande título. Isso para um clube grande, de um torcedor que é apaixonado, é muito tempo. E a cada momento que essas coisas nao acontecem há a necessidade troca, de um outro movimento. E a gente sabe que isso vai deixando mais distante essas conquistas. Após o jogo, pela pressão da torcida em cima da direção, pela instabilidade emocional que senti dos atletas... Tivemos 30 dias para treinar, mas na minha cabeça essa equipe vai maturar com a sequência de jogos. É assim que eu entendo o futebol. A gente ia ter algumas dificuldades - disse Enderson no "Bem, Amigos!".
Enderson lamentou ainda deixar a equipe em uma fase ruim, e recordou a campanha na Libertadores, quando foi eliminado nas oitavas de final para o San Lorenzo, na disputa por pênaltis.
- Gostaria de interromper essa trajetória no Grêmio com uma grande conquista. Acho que fizemos uma grande Libertadores, mas faz parte.
O treinador deixou o clube com 35 jogos e um retrospecto de 19 vitórias, nove empates e sete derrotas. O Grêmio é o 10º colocado no Brasileirão, com 19 pontos.
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(Foto: Lucas Uebel / Site Oficial do Grêmio)
Demitido do Grêmio após a derrota para Coritiba em casa, no domingo, o técnico Enderson Moreira culpou a pressão pela falta de títulos como razão para a sua saída, na 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para o treinador, seu trabalho teve de lidar com cobranças que não eram adequadas pelo pouco período à frente do clube, seis meses e 20 dias. A última taça de nível nacional levantada pelo clube foi a da Copa do Brasil, em 2001.
- É uma questão cultural, acho que quando as coisas não funcionam há uma pressão, principalmente do torcedor. No caso do Grêmio, a gente convivia com uma pressão que não é de um trabalho de seis meses, mas de 13 anos sem um grande título. Isso para um clube grande, de um torcedor que é apaixonado, é muito tempo. E a cada momento que essas coisas nao acontecem há a necessidade troca, de um outro movimento. E a gente sabe que isso vai deixando mais distante essas conquistas. Após o jogo, pela pressão da torcida em cima da direção, pela instabilidade emocional que senti dos atletas... Tivemos 30 dias para treinar, mas na minha cabeça essa equipe vai maturar com a sequência de jogos. É assim que eu entendo o futebol. A gente ia ter algumas dificuldades - disse Enderson no "Bem, Amigos!".
Enderson lamentou ainda deixar a equipe em uma fase ruim, e recordou a campanha na Libertadores, quando foi eliminado nas oitavas de final para o San Lorenzo, na disputa por pênaltis.
- Gostaria de interromper essa trajetória no Grêmio com uma grande conquista. Acho que fizemos uma grande Libertadores, mas faz parte.
O treinador deixou o clube com 35 jogos e um retrospecto de 19 vitórias, nove empates e sete derrotas. O Grêmio é o 10º colocado no Brasileirão, com 19 pontos.
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