Colunistas avaliam qual o perfil ideal para o novo técnico do Grêmio

Jornalistas apontam as melhores opções para o cargo de Enderson Moreira


Fonte: Diário Gaucho

Foto: Agencia RBS

A derrota por 3 a 2 para o Coritiba, no domingo, culminou na saída do técnico Enderson Moreira do comando do Grêmio. Veja o que jornalistas do Grupo RBS pensam sobre o perfil ideal do novo treinador do time:

Luiz Zini Pires, colunista de ZH
Pergunte na rua. Você vai ouvir o nome de Tite. Ele está na cabeça de todos os gremistas. Torcida acredita em milagre. Espera um salvador da pátria, um campeão recente para não perder a esperança. O que um treinador poderá fazer em quatro meses? Pouco, quase nada, não vai lutar pelo titulo, quando muito buscar o G-4. O ano de 2014 se evapora aos poucos. O Grêmio perdeu tempo, Enderson Moreira deveria ter saindo antes das férias da Copa, em junho. Em seis meses ele não conseguiu montar uma equipe competitiva, foi dominado pelos experientes, não afirmou os jovens, não pesquisou a base.

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Cauê Fonseca, blog Gremista ZH
O Grêmio tem sofrido com técnicos que não conseguem fazer jogar um grupo que, no papel, deve pouco aos melhores do país. É preciso um treinador que saiba utilizar suas peças: criar alternativas táticas, jogadas de bola parada, adequar o jogo ao adversário. Resumindo, um técnico que faça aparecer, no domingo, o trabalho da semana. Curioso é que Enderson Moreira era competente nos treinamentos, mas nos jogos ficava evidente o que lhe faltava: pulso firme. Um jogador do Grêmio tem de saber o que fazer ao entrar em campo e, tão importante quanto, sair do time ao descumprir a missão designada. Mais do que um treinador, o Grêmio precisa de um bom chefe: trabalhador, criativo, mas mais preocupado em obter resultados do que em agradar sua equipe.

David Coimbra, colunista de ZH
Os dirigentes do Grêmio sabem que não podem errar mais. Como diria Collor: eles têm uma única bala para matar o tigre, ou o tigre os devorará. O novo técnico tem de ser um profissional respeitado, inquestionável e conhecedor da realidade do clube. Por isso, os nomes são poucos: Felipão, Tite, Renato e, sim, sim, sim!, Celso Roth. Não há tempo nem espaço para aventuras. O técnico que chegar terá de arrumar o time a partir da defesa, tendo em mente três objetivos: obter uma classificação razoável no Campeonato Brasileiro, não perder os Gre-Nais e, quem sabe, disputar o título da Copa do Brasil. É o que existe no horizonte do Grêmio até o fim de 2014.

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Cleber Grabauska, comentarista da Rádio Gaúcha
Num passado recente, o Grêmio apostou num técnico top - Luxemburgo - , num cria da casa - Renato - e num emergente - Enderson Moreira- e o resultado foi praticamente o mesmo. Luxemburgo e Renato saíram sem um título e alcançaram somente a vaga para a Libertadores. Enderson parou na metade do caminho e com muita sorte, talvez, chegaria ao mesmo destino.

Como o Grêmio se transformou numa grande incerteza, a direção não pode fazer uma nova aposta como fez com Enderson. Precisa trazer alguém de peso, um nome inquestionável como o improvável Tite ou o valorizadíssimo Sabella. Sendo que contra o argentino ou eventual técnico estrangeiro existe essa necessidade de resposta imediata. Precisa chegar conhecendo o time, pois em menos de duas sememas tem um Gre-Nal que vale muito.

Ou seja, o Grêmio precisa de um técnico que não existe no mercado.


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