Enderson Moreira deixou o Grêmio neste domingo (Foto: Agência Getty Images)
A derrota para o Coritiba na Arena, no domingo, foi o estopim para a queda de Enderson Moreira do comando do Grêmio, após pouco mais de seis meses de trabalho. O técnico deixou o cargo ainda no vestiário depois da partida, ao entrar em acordo com a diretoria e o presidente Fábio Koff. Uma saída pensada e estudada a esmo pelas duas partes envolvidas, para evitar que a campanha do clube no Brasileirão fosse prejudicada .A decisão foi correta? De acordo com a imensa maioria de torcedores, sim.
Em enquete realizada pelo GloboEsporte.com, 83% dos gremistas aprovaram a demissão de Enderson Moreira - 4.346 dos 5,2 mil votos computados. Um alento aos dirigentes, que têm sua decisão respaldada pela torcida enquanto trabalham para anunciar o quanto antes o novo comandante.

Mesmo que o dirigente Rui Costa não tenha citado nomes, em entrevista coletiva após a demissão, Tite é um dos nomes preferidos para o cargo. Uma tratativa difícil, já que o treinador faz estágios em clubes da Europa e só pretende assumir uma equipe a partir de outubro. Campeão da Libertadores com o Grêmio em 1995 e gremista declarado, Felipão também é cotado para comandar o Tricolor. Vice-campeão da Copa do Mundo com a Argentina, Alejandro Sabella teve seu nome vinculado ao clube pelo jornal argentino Olé. A única certeza é o perfil esperado pela diretoria para liderar o clube no restante do ano.
- Não podemos fazer substituição paliativa, tem de ser com um profissional que ingresse no vestiário com força. É o perfil de alguém que tenha de trabalhar muito e tenha uma relação transparente com a diretoria. Estamos trabalhando desde já. O que dificulta é achar um profissional que possa substituir o Enderson. Nosso prazo é de urgência - afirma Rui Costa.
Enderson Moreira foi apresentado em apresentado oito de janeiro, completando, portanto, 6 meses e 20 dias à frente do Grêmio. Deixa o clube com 35 jogos oficiais disputados, 19 vitórias, nove empates e sete derrotas. Alcançou um aproveitamento de 62,8%, sem conseguir o principal objetivo, que era a Libertadores da América.
Acabou eliminado nas oitavas, para o San Lorenzo. Ao contrário de Vanderlei Luxemburgo, tentou valorizar o Gauchão, usando titulares e ficou marcado por comandar o time numa das maiores goleadas sofridas pelo Grêmio em Gre-Nais, levando 4 a 1, na final.
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Em enquete realizada pelo GloboEsporte.com, 83% dos gremistas aprovaram a demissão de Enderson Moreira - 4.346 dos 5,2 mil votos computados. Um alento aos dirigentes, que têm sua decisão respaldada pela torcida enquanto trabalham para anunciar o quanto antes o novo comandante.

Mesmo que o dirigente Rui Costa não tenha citado nomes, em entrevista coletiva após a demissão, Tite é um dos nomes preferidos para o cargo. Uma tratativa difícil, já que o treinador faz estágios em clubes da Europa e só pretende assumir uma equipe a partir de outubro. Campeão da Libertadores com o Grêmio em 1995 e gremista declarado, Felipão também é cotado para comandar o Tricolor. Vice-campeão da Copa do Mundo com a Argentina, Alejandro Sabella teve seu nome vinculado ao clube pelo jornal argentino Olé. A única certeza é o perfil esperado pela diretoria para liderar o clube no restante do ano.
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Enderson Moreira foi apresentado em apresentado oito de janeiro, completando, portanto, 6 meses e 20 dias à frente do Grêmio. Deixa o clube com 35 jogos oficiais disputados, 19 vitórias, nove empates e sete derrotas. Alcançou um aproveitamento de 62,8%, sem conseguir o principal objetivo, que era a Libertadores da América.
Acabou eliminado nas oitavas, para o San Lorenzo. Ao contrário de Vanderlei Luxemburgo, tentou valorizar o Gauchão, usando titulares e ficou marcado por comandar o time numa das maiores goleadas sofridas pelo Grêmio em Gre-Nais, levando 4 a 1, na final.
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