Torcedores atacam ônibus de jogadores do Grêmio A Polícia Civil e o Grêmio trabalham na identificação dos indivíduos que atacaram o ônibus dos jogadores no último sábado, em Porto Alegre. O clube divulgou que um dos suspeitos é sócio e será impedido de acessar os jogos na Arena. A investigação segue com base nas digitais coletadas no veículo e em imagens fornecidas pela administração do aeroporto Salgado Filho, onde ocorreu o crime. A emboscada foi feita quando a delegação do Grêmio embarcava rumo a Belo Horizonte para enfrentar o Atlético-MG, no domingo. Um grupo de aproximadamente 40 pessoas invadiu a área na qual o ônibus estava estacionado. Três seguranças do clube tentaram conter a emboscada e um deles, Luis Fernando Cardoso, conhecido como Fernandão, acabou agredido. Uma pedra foi arremessada. Comissão técnica, dirigentes e jogadores estavam dentro do veículo e foram ameaçados, mas não ficaram feridos.
Os suspeitos são investigados no âmbito de duas ocorrências: uma de dano ao ônibus e outra de lesão corporal a Fernandão. Jogadores, integrantes da comissão técnica e dirigentes ainda não efetuaram registro de ocorrência por crime contra a honra, como injúria e ameaça, segundo a delegada Roberta Bertoldo, da Delegacia de Polícia para o Turista, responsável pela área do Aeroporto Salgado Filho. Os suspeitos serão chamados para depor depois da identificação. Contudo, informações preliminares dão conta de que o grupo faz parte de uma das torcidas organizadas do Tricolor.
No sábado, fiz a requisição da perícia. Os peritos estiveram na garagem do ônibus e eu os acompanhei no exame pericial. As coletas ocorreram no próprio sábado. Essas impressões são encaminhadas para um programa da perícia que as confronta com o banco de dados de carteiras de identidade e, então, identifica o dono daquela impressão — explica a delegada. Ou seja, quem tocou no ônibus será identificado no laudo pericial. Aqueles que participaram do tumulto, mas não encostaram no veículo, serão identificados com a ajuda do Grêmio, que tem acesso ao cadastro biométrico de quem vai ao estádio. Não há um prazo para que seja concluído o trabalho de identificação. É preciso a chegada do laudo produzido pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) a partir das digitais — para o qual a delegada já solicitou prioridade — e das informações do Grêmio.
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