Tite, Sabella e Felipão vivem 'recesso' e Roth tem 'força de Koff' no Grêmio

Por motivos diferentes, trio só tem como objetivo voltar a trabalhar em outubro, segundo pessoas próximas. Empresário não descarta saída do Coritiba


Fonte: Lance!Net

Roth conta com admiração de Koff (Foto: Ricardo Rímoli/LANCE!Press)

O mercado já estava restrito. E, dentre as opções que se apresentam para o Grêmio, fica cada vez mais. Tite, Alejandro Sabella e Felipão, nomes ventilados como alternativas para assumir o cargo, não têm como objetivo trabalhar imediatamente. Treinador que agrada - e muito - ao presidente Fábio Koff, Celso Roth está empregado. Mas, em caso de contato, algo que ainda não ocorreu, a proposta seria levada ao presidente do Coritiba, Vilson de Andrade, e ao treinador.

Roth foi o responsável direto pela queda de Enderson Moreira. Koff tem grande apreço pelo técnico e ele esteve entre as opções no início do ano, quando o Tricolor buscava uma opção no mercado. Acabou acertando com Enderson, que é muito admirado pelo diretor-executivo Rui Costa e o assessor de futebol Marcos Chitolina.

Em contato com o LANCE!Net, Jorge Machado, empresário de Roth, negou qualquer contato do Grêmio. Afirmou que procederia da seguinte forma se isso acontecesse: ouviria a proposta e a levaria para o mandatário do Coxa e a Roth. Ambos definiriam o futuro juntos.

Outras três opções, pela relação com o clube, tinham força. Ainda na Arena, na noite deste domingo, o nome mais comentado era o de Tite. O treinador, contudo, continua em um período de estudos e cursos e ficará sem trabalhar até outubro, segundo o empresário Gilmar Veloz. O ex-comandante do Corinthians esteve próximo de acerto com o Japão, que optou pelo mexicano Javier Aguirre. E o Grêmio, por meio de Rui Costa, em entrevista na Rádio Bandeirantes, afirmou que não pode esperar por qualquer profissional que seja até outubro.

Assim, o argentino Alejandro Sabella, especulado pelo Diário Olé, também pode sair da lista de alternativas. O LANCE!Net conversou com Eugenio López, agente do argentino. Ele negou qualquer contato com o Tricolor e disse que só vai abrir negociação após definir seu futuro com a federação argentina, algo que não ocorreu - há uma reunião marcada para essa segunda-feira. Se optar por deixar o comando da Argentina, Sabella ficará sem trabalhar até "outubro ou novembro".

Luiz Felipe Scolari pela amizade com Koff e identificação com o Grêmio, também surgiria como alternativa, mesmo após o 7 a 1 da Alemanha na Seleção. Mas segundo Acaz Felleger, seu assessor de imprensa que estava na Arena neste domingo, o treinador não quer assumir trabalho algum até o final do ano e pretende acompanhar o nascimento de seu neto em Portugal, marcado para outubro.

O ex-lateral Arce, atualmente no comando do Cerro Porteño, também com passagem destacada pelo Grêmio e com Koff como mandatário, em contato com o L!Net, disse que não foi procurado pela atual diretoria.

A intenção da diretoria é definir um nome que tenha peso para chegar no atual momento e vestiário e o mais rápido possível. O Grêmio vai para o quarto técnico na atual gestão, com média de 6 meses por profissional. O primeiro foi Luxemburgo, no início de 2013, substituído por Renato Gaúcho, que foi até dezembro. No início deste ano, Enderson assumiu e foi o técnico até este domingo.

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