Resumo da coletiva do Mano após a vitória contra o Galo: O que lhe deixa esperançoso é o comportamento da equipe. Perder e ganhar, é do jogo. O que não poderia continuar acontecendo é que a equipe não entregasse um jogo de futebol, com ideias táticas, com disputas e duelos. Em uma semana em que todos foram metralhados, os jogadores acreditaram e neles e não nas pessoas de fora, que nunca vão resolver seus problemas. Disse na palestra que o problema não era os adversários, estava no próprio Grêmio, que deveria fazer as coisas melhores. Continua pensando o mesmo que pensava na semana passada: precisam evoluir como equipe. Porém, só é possível evoluir com resultados. A equipe errou pouco no meio-campo. A reestreia do Cuéllar deu segurança no setor. E a partir de uma saída de bola mais qualificada, o time tende a produzir melhor do meio para frente. Coisas como a saída do Nathan já estavam acertadas desde antes da derrota para o Sport. A reunião com os jogadores foi proposta por ele. E foi apenas dele com os jogadores. Com essa intimidade maior, poderia falar algumas coisas que ficariam apenas nesse ambiente. Não foi essa conversa que resultou na vitória, ela fez parte de todo um trabalho. Entre as coisas que conversou com os atletas, lembrou que erros que aconteciam há três meses, estavam voltando a acontecer. Olhando para os jogadores, discutiu com eles que, se todos estavam abaixo do esperado, a ideia de jogo que ele estava propondo não estava adequada. E a ideia de jogo era sua. E, hoje, se avaliar, pensa que quase todos os jogadores fizeram bem o que lhes foi atribuído. O que não pode confundir e que não merece respeito nenhum, é o tipo de crítica que virou comum no futebol atual. É o desrespeito e a incitação a violência. Depois, quando acontece o que aconteceu no embarque do Grêmio, ai ninguém é responsável. Os comentários de muita gente atualmente é de muito baixo nível. Uma coisa é ser criticado por não estarem bem. Merecem e aceitam essa critica. Outra coisa é ser achincalhado. Isso, não aceitam. A vitória não é para essas pessoas. Braithwaite não ficou de fora somente pelo gramado sintético. Ele sente uma lesão no pé desde o jogo contra o Juventude. Na parada do Mundial, ficou o tempo todo tratando. Voltou a sentir no jogo contra o Fortaleza. Chegou a tomar remédio para jogar as últimas partidas. Contou que, provavelmente, a lesão do Villasanti foi grave.
O que lhe deixa esperançoso é o comportamento da equipe. Perder e ganhar, é do jogo. O que não poderia continuar acontecendo é que a equipe não entregasse um jogo de futebol, com ideias táticas, com disputas e duelos.
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