O Grêmio impôs condições e definiu um valor milionário para negociar o atacante Matías Arezo com o Peñarol. Após receber uma proposta inicial do clube uruguaio, a direção gremista respondeu com valores bem superiores, demonstrando que não pretende facilitar a saída do jogador. O Peñarol ofereceu um empréstimo de US$ 300 mil para contar com Arezo, mas o Grêmio recusou e apresentou sua contraproposta. O clube gaúcho exige US$ 500 mil pelo empréstimo, além de estipular uma opção de compra no valor de US$ 6,5 milhões.
Essa é a posição inicial do Grêmio, com margem para negociação. A postura gremista indica que o atacante não será liberado sem retorno financeiro considerável. A direção trata o jogador como ativo importante e, por isso, trabalha com cifras que possam garantir lucro. Em 2024, o Grêmio fechou a compra de 50% dos direitos econômicos de Arezo junto ao Granada, da Espanha, por 3 milhões de euros.
Mesmo com esse cenário, o Peñarol segue insistindo na contratação. O clube uruguaio quer repatriar o atacante, que já defendeu o River Plate-URU e é visto como uma das grandes promessas do país. A identificação de Arezo com o futebol local aumenta a confiança do Peñarol em conseguir fechar o negócio. Por outro lado, o Grêmio não demonstra pressa. A direção entende que o mercado pode oferecer opções melhores no futuro, tanto em termos esportivos quanto financeiros. Arezo ainda tem contrato longo, e o clube pretende usá-lo como moeda importante nesta janela ou na próxima.
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