Na última sexta-feira (11), o cenário político do Grêmio sofreu uma reviravolta com o anúncio da compra dos créditos da empresa Revee e os direitos de gestão da Arena pelo empresário e pré-candidato à presidência do clube, Marcelo Marques. Essa informação teve um impacto imediato, levando à desistência de outros pré-candidatos, como Paulo Caleffi, que afirmou que a decisão ocorreu em respeito ao momento e ao novo rumo que o clube parece tomar.
Com a compra da gestão da Arena, Marcelo assumiu também a dívida restante com o fundo credor, o que permite ao Grêmio retomar o uso total do estádio. Essa medida representa um passo histórico com impactos esportivos, financeiros e administrativos, que foi exaltada pelo ex-presidente Paulo Odone, uma figura influente na história recente do clube, que manifestou apoio irrestrito ao movimento.
Odone afirmou ainda estar à disposição para colaborar com a finalização do processo e com a retomada dos projetos da Arena. Nos bastidores, o clima é de entusiasmo entre os conselheiros e torcedores, que veem o movimento como a virada institucional que o clube precisava. Com a gestão da Arena finalmente nas mãos do clube, a diretoria projeta novas receitas, eventos e ações para explorar o potencial do estádio.
Além disso, a eleição que se aproximava como um embate acirrado entre grupos políticos agora pode caminhar para uma unificação em torno de Marcelo Marques. Caso as desistências se confirmem, o empresário pode ser alçado à presidência com consenso entre os principais setores do clube.
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