Sem jogadores da posição, Grêmio vai improvisar lateral-direito Mais de 200 conselheiros gremistas se reuniram na noite de terça-feira, na Arena, para examinar as contas do primeiro trimestre, atualizar as regras da Calçada da Fama e tratar sobre o planejamento estratégico do clube nos próximos anos. Contudo, os assuntos que mais prenderam a atenção dos presentes vieram das explicações da direção sobre a gestão do futebol e a administração do estádio . As pautas previamente agendadas ficaram para depois. Antes dos temas burocráticos, o presidente do clube, Alberto Guerra, o vice-presidente de futebol, Alexandre Rossato, e o diretor executivo Luís Vagner Vivian defenderam o trabalho feito até o momento.
Havia cobrança de conselheiros para que a direção se posicionasse diante da má fase do time, que tem somente duas vitórias desde a troca de treinador, em abril, e foi eliminado na terceira fase da Copa do Brasil para o CSA. A direção fez um retrospecto do trabalho feito desde início da gestão Guerra, em 2023, e sustentou que tem feito uma mudança no perfil de atletas contratados, de mais experientes para mais jovens. A "ruptura" feita com a saída do técnico e ídolo Renato Portaluppi ao final do ano passado também foi destacada.
Luís Vagner Vivian argumentou que a maior parte dos atletas contratados nos últimos três anos se valorizaram no mercado em termos financeiros e que esse processo rende frutos para o clube. No demonstrativo financeiro de janeiro, fevereiro e março deste ano, o Grêmio conseguiu reduzir o déficit previsto porque alcançou uma receita maior com a venda de jogadores , conforme explicou o vice-presidente Fábio Floriani. Conforme apurou o ge , o clima da reunião foi de tranquilidade e não houve confronto após a explanação sobre o futebol. Ao todo, 206 conselheiros participaram da reunião.
Cobrança Na última sexta-feira, antes da vitória sobre o Bahia, um bloco de sete movimentos políticos de oposição à gestão do presidente Guerra divulgou manifesto com cobranças diante da crise dentro de campo. A oposição lançou quatro pedidos frente à "profunda preocupação" com a situação ao citar a briga contra o rebaixamento no Brasileirão de 2024, a perda do octa gaúcho para o Inter, a troca de treinador e as dificuldades técnicas no elenco.
Preocupação com a Arena Os conselheiros do Grêmio demonstraram preocupação com a relação entre o clube e a Arena Porto-Alegrense, que administra o estádio. O vice-presidente Eduardo Magrisso, que está à frente desse tema, respondeu diversas perguntas suscitadas, principalmente, pela divulgação recente de uma nota na qual a direção criticava a empresa pela dificuldade de acesso dos torcedores e pelas condições do gramado . O entendimento passado foi de que as dificuldades estão acima de nomes e da gestão em si, mas que atingem o âmbito institucional, inclusive com processos judiciais que impedem a tão esperada troca de chaves entre o antigo Olímpico, que pertence ao Grêmio, e o novo estádio, que segue sob gestão da Arena Porto-Alegrense até dezembro de 2032. Foi indicada a possibilidade de ser formada uma comissão especial para ajudar na melhoria dessa relação.
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