O Grêmio encerrou o primeiro trimestre deste ano com um déficit de R$ 8 milhões. O resultado é R$ 33 milhões melhor do que a direção havia projetado. Os números serão apresentados na reunião do Conselho Deliberativo na noite desta terça-feira. De acordo com o vice-presidente Fábio Floriani, o clube teve uma receita de R$ 138 milhões em janeiro, fevereiro e março, número que ficou R$ 51 milhões acima do esperado.
Conforme o dirigente, o incremento de receita se deve principalmente à venda de atletas, item no qual o Grêmio tinha como meta R$ 31 milhões, mas bateu R$ 81 milhões com as saídas de nomes como Nathan Fernandes (para o Botafogo), Kaick (para o Dallas, dos Estados Unidos), Marchesín (para o Boca Júniores, da Argentina), Zé Guilherme (para o Bahia) e Pepê (ao Vitória).
Apesar do déficit ainda alcançar uma cifra milionária, a gestão considera o resultado positivo. O orçamento inicialmente previsto para 2025 é de R$ 548 milhões. Se as contas ficarem dentro do planilhado, o clube fe)/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2024/a/A/bp7lkeSBuJEURCB2jvIw/dirigente-gremio-ge-1610-0005.mp4-frame-266.png"/>
No primeiro ano da gestão do presidente Alberto Guerra, o Grêmio teve uma receita de R$ 454 milhões, com um incremento de R$ 150 milhões na comparação com 2022. Mesmo assim, houve um déficit de R$ 45 milhões, isto é, as despesas superaram o valor arrecadado nessa quantia. Já em 2024, as receitas chegaram a R$ 491 milhões, com um superávit de R$ 44 milhões.
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