Pela primeira vez nesta temporada, Edenilson começou uma partida como capitão do Grêmio, mesmo com Villasanti em campo na vitória sobre o Atlético-MG, no sábado. O técnico Gustavo Quinteros abriu um rodízio da braçadeira para buscar e construir novas lideranças no grupo gremista. O treinador explicou, em entrevista coletiva, que estabeleceu um rodízio de capitães e não irá centralizar a responsabilidade em apenas um jogador, como até então era feito com Villasanti. A medida faz parte do processo de melhor conhecimento de todas as características dos atletas.
O foco é aproveitar as diferentes peculiaridades da personalidade dos atletas na interação com os companheiros de grupo. Tudo para avaliar o que é feito nos bastidores e extrair o melhor para o Tricolor. – A construção da faixa de capitão está sendo feita pelo próprio treinador. Ele vai fazer um giro até que ache quem seja o mais apropriado. Como é um time em formação, ele precisa conhecer todas as características de cada jogador, ver quem vai se tornar o líder efetivamente desse grupo e aí ser o capitão definitivo – acrescentou o vice de futebol Alexandre Rossato.
Edenilson foi o quarto jogador diferente a começar um jogo como capitão do Grêmio em 2025. O volante Villasanti tem 11 partidas, o goleiro Gabriel Grando, duas, e o zagueiro Rodrigo Ely, uma. Além disso, no decorrer das partidas, outros atletas já ficaram com a braçadeira, entre eles, Wagner Leonardo e Jemerson. Villasanti era até então o capitão da equipe, já que Kannemann, o principal líder do elenco, está em recuperação de lesão. Em 2024, a lista de capitães tinha Geromel, Kannemann e depois o paraguaio.
Com a mudança profunda no grupo nos últimos anos, o Tricolor precisou buscar novos líderes dentro do elenco. O Grêmio pode apresentar um novo jogador a usar a faixa de capitão na quarta-feira, contra o Sportivo Luqueño, pela fase de grupos da Copa Sul-Americana. No sábado, enfrenta o Ceará, no Castelão, pelo Brasileirão.
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