Paulo Nunes imitou Kidiaba na comemoração (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
Pouco importa se as barrigas salientes nos uniformes tricolor e branco denotavam certa falta de forma dos ídolos. Neste sábado pela manhã, os quase 15 mil gremistas que foram à Arena puderam reviver as memórias do bicampeonato da Libertadores, em 1995, em um amistoso comemorativo entre os heróis da conquista, para celebrar os 20 anos do título. A equipe dos bicampeões da América levou a melhor. Aplicou goleada por 5 a 2 sobre o Banguzinho - nome dado à equipe reserva de 1995, campeã do Gauchão daquele ano.
Mas quem roubou a cena foi o sempre irreverente Paulo Nunes. Autor do quarto gol da equipe vitoriosa, o ídolo tratou de provocar o maior rival, Inter. Após empurrar a bola para as redes, o ex-atacante quicou no gramado e repetiu a comemoração característica de Kidiaba. O goleiro congolês tornou-se símbolo recente da rivalidade após festejar dessa forma a vitória por 2 a 0 do Mazembe sobre o Colorado, na semifinal do Mundial de 2010.
Outro gol emblemático da partida foi o anotado por Dinho, para selar a goleada por 5 a 2. A exemplo do que ocorreu na final contra o Atlético Nacional, em Medellín, em 30 de agosto de 1995, Alexandre Gaúcho, o Xoxó, foi derrubado na área, em pênalti assinalado pelo ex-árbitro Márcio Chagas. O ex-volante tratou de executar a cobrança.
Se teve ausências de peso como a do paraguaio Arce, ex-lateral-direito, e de Roger, hoje técnico do Tricolor, a partida tratou de firmar o encontro entre a equipe de 1995 e a de 1983. O time campeão da primeira Libertadores e do Mundial foi representada em campo pelo ex-atacante Tarciso e pelo ex-goleiro Mazaropi.
Antes dos gols de Dinho e Paulo Nunes, Luciano abriu o placar para os Bicampeões de 1995, em gol contra. Jacques igualou o placar, mas Jardel, artilheiro da Libertadores daquele ano com 11 gols, recolocou o time tricolor em vantagem, após cruzamento de Arilson. O Banguzinho pressionou, mas parou em boas defesas de Danrlei. No final da primeira etapa, Goiano ampliou o placar. Tarciso ainda descontou para a equipe reserva.
Grêmio comemorou 20 anos da Libertadores neste sábado (Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio)
Além da festa e das memórias da conquista, a partida teve seu lado solidário. A renda dos ingressos foi revertida ao gremista Leonardo Konarzewski, que faz tratamento contra câncer raro nos Estados Unidos, na clínica Mayo, em Minesota. A doença é um tipo de câncer que atinge as células, vasos e órgãos do sistema linfático, fundamental para a defesa do corpo. Por isso, se espalha rapidamente e atinge principalmente pessoas entre 15 e 40 anos.
O Grêmio conquistou o bicampeonato da América em 30 de agosto de 1995, após empatar em 1 a 1 com o Atlético Nacional, da Colômbia, no estádio Atanasio Girardot - na ida, no Olímpico, os gaúchos saíram com a vitória por 3 a 1. Em 30 de agosto deste ano, os campeões já haviam dado a volta olímpica na Arena, antes do empate em 0 a 0 diante do Coritiba.
Em 2013, o estádio recebeu os heróis da conquista do Mundial de 1983, com vitória por 2 a 1 sobre o Hamburgo na final, na comemoração dos 30 anos do título. A equipe foi reforçada por jogadores da equipe de 1995, como Paulo Nunes, Dinho e Jardel.
Jardel comemora seu gol na partida (Foto: Lucas Uebel/ Divulgação Grêmio)
> Confira as escalações:
Grêmio Bicampeão de 1995:
Danrlei; Adilson, Rivarola, Dinho e Goiano; Carlos Miguel, Ailton e Arilson; Paulo Nunes, Jardel e Dilson Stein.
Reservas: João Antônio, Alexandre Gaúcho, Nildo, Magno, Murilo e José Fortunatti.
Banguzinho:
Murilo; Marco Antônio, Luciano Dias, Wagner e André Vieira; Zé Alcino, Jé, Carlos Alberto e Diego D10; Sadi e Jacques.
Reservas: Dário, Rodrigo Costa, Kévin Krieger, Scheidt, Tarciso e Mazaropi.
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Pouco importa se as barrigas salientes nos uniformes tricolor e branco denotavam certa falta de forma dos ídolos. Neste sábado pela manhã, os quase 15 mil gremistas que foram à Arena puderam reviver as memórias do bicampeonato da Libertadores, em 1995, em um amistoso comemorativo entre os heróis da conquista, para celebrar os 20 anos do título. A equipe dos bicampeões da América levou a melhor. Aplicou goleada por 5 a 2 sobre o Banguzinho - nome dado à equipe reserva de 1995, campeã do Gauchão daquele ano.
Mas quem roubou a cena foi o sempre irreverente Paulo Nunes. Autor do quarto gol da equipe vitoriosa, o ídolo tratou de provocar o maior rival, Inter. Após empurrar a bola para as redes, o ex-atacante quicou no gramado e repetiu a comemoração característica de Kidiaba. O goleiro congolês tornou-se símbolo recente da rivalidade após festejar dessa forma a vitória por 2 a 0 do Mazembe sobre o Colorado, na semifinal do Mundial de 2010.
Outro gol emblemático da partida foi o anotado por Dinho, para selar a goleada por 5 a 2. A exemplo do que ocorreu na final contra o Atlético Nacional, em Medellín, em 30 de agosto de 1995, Alexandre Gaúcho, o Xoxó, foi derrubado na área, em pênalti assinalado pelo ex-árbitro Márcio Chagas. O ex-volante tratou de executar a cobrança.
Se teve ausências de peso como a do paraguaio Arce, ex-lateral-direito, e de Roger, hoje técnico do Tricolor, a partida tratou de firmar o encontro entre a equipe de 1995 e a de 1983. O time campeão da primeira Libertadores e do Mundial foi representada em campo pelo ex-atacante Tarciso e pelo ex-goleiro Mazaropi.
Antes dos gols de Dinho e Paulo Nunes, Luciano abriu o placar para os Bicampeões de 1995, em gol contra. Jacques igualou o placar, mas Jardel, artilheiro da Libertadores daquele ano com 11 gols, recolocou o time tricolor em vantagem, após cruzamento de Arilson. O Banguzinho pressionou, mas parou em boas defesas de Danrlei. No final da primeira etapa, Goiano ampliou o placar. Tarciso ainda descontou para a equipe reserva.
Grêmio comemorou 20 anos da Libertadores neste sábado (Foto: Lucas Uebel/Divulgação Grêmio)Além da festa e das memórias da conquista, a partida teve seu lado solidário. A renda dos ingressos foi revertida ao gremista Leonardo Konarzewski, que faz tratamento contra câncer raro nos Estados Unidos, na clínica Mayo, em Minesota. A doença é um tipo de câncer que atinge as células, vasos e órgãos do sistema linfático, fundamental para a defesa do corpo. Por isso, se espalha rapidamente e atinge principalmente pessoas entre 15 e 40 anos.
O Grêmio conquistou o bicampeonato da América em 30 de agosto de 1995, após empatar em 1 a 1 com o Atlético Nacional, da Colômbia, no estádio Atanasio Girardot - na ida, no Olímpico, os gaúchos saíram com a vitória por 3 a 1. Em 30 de agosto deste ano, os campeões já haviam dado a volta olímpica na Arena, antes do empate em 0 a 0 diante do Coritiba.
Em 2013, o estádio recebeu os heróis da conquista do Mundial de 1983, com vitória por 2 a 1 sobre o Hamburgo na final, na comemoração dos 30 anos do título. A equipe foi reforçada por jogadores da equipe de 1995, como Paulo Nunes, Dinho e Jardel.
Jardel comemora seu gol na partida (Foto: Lucas Uebel/ Divulgação Grêmio)> Confira as escalações:
Grêmio Bicampeão de 1995:
Danrlei; Adilson, Rivarola, Dinho e Goiano; Carlos Miguel, Ailton e Arilson; Paulo Nunes, Jardel e Dilson Stein.
Reservas: João Antônio, Alexandre Gaúcho, Nildo, Magno, Murilo e José Fortunatti.
Banguzinho:
Murilo; Marco Antônio, Luciano Dias, Wagner e André Vieira; Zé Alcino, Jé, Carlos Alberto e Diego D10; Sadi e Jacques.
Reservas: Dário, Rodrigo Costa, Kévin Krieger, Scheidt, Tarciso e Mazaropi.
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Aplicativo Gremio Avalanche
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