Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Quando Luan aparece, a vitória fica mais próxima. Foi assim contra o Atlético-PR. Com assistência e gol, o guri encaminhou um triunfo estratégico fora de casa — 2 a 1. O Grêmio se reabilitou no Brasileirão.
Contra o São Paulo, Luan pouco produziu, mais trocou passes longe da zona de definição do jogo. O resultado foi uma produção ofensiva baixa do time. Diante do Furacão, o piá apareceu em dois lances que terminaram em gol. Desequilibrou.
No primeiro gol, marcado por Douglas, Luan estraçalhou. Aplicou uma caneta simples, curta e desconcertante. O rival chegou bufando e não achou nada. Não satisfeito, porque só drible não ganha jogo, Luan enfiou a bola entre os zagueiros, encontrou Douglas solito, que guardou.
Por falar em Douglas, ele foi decisivo, pois marcou seu gol. Melhor do que perder pênalti ou cobrar todas as faltas erradas. O camisa 10 ainda pode ser mais participativo em lances terminais.
Voltando a Luan, na arrancada do segundo tempo ele recebeu passe maravilhoso de Giuliano, carregou e deixou o seu. O chute poderia ser melhor, mais ao canto, porém o que interessa é que entrou.
Com o 2 a 0, a vitória se encaminhou. Mas teve aquela nota tricolor de sofrimento. A defesa que neutralizava o Furacão, com baita atuação de Erazo, deu espaço e levamos o gol. Tivemos de suportar 15 minutos de pressão, Tiago impediu no canto o empate.
Tiago, que entrou na vaga do lesionado Grohe, teve boa presença. Além de defesa segura no fim, trocou passes com os colegas, acertou lançamentos. Viveu uma boa jornada.
Apesar da excelente vitória, penso que Roger Machado mexeu mal. Não era noite para Bobô, um homem de área. Everton, Pedro Rocha e Mamute eram as melhores opções — eu escolheria Mamute, com velocidade e corpo para reter a bola.
Outra alteração complicada foi William Schuster. Tudo bem sacar Galhardo, porém o substituto demonstrou de novo não ter condições de jogar no Grêmio. Demora para dominar a bola, erra os passes, toma uma saraivada de dribles.
Se as mexidas do treinador não agradaram, volto a repetir que Luan desequilibrou. A vitória por 2 a 1 levou o Imortal aos 48 pontos, seguro na terceira posição e alcançando no olhar o líder Corinthians. Ainda garantiu distância para turma que pretende entrar no G-4. Com mais seis vitórias em 12 jogos o Grêmio estará na Libertadores.
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No primeiro gol, marcado por Douglas, Luan estraçalhou. Aplicou uma caneta simples, curta e desconcertante. O rival chegou bufando e não achou nada. Não satisfeito, porque só drible não ganha jogo, Luan enfiou a bola entre os zagueiros, encontrou Douglas solito, que guardou.
Por falar em Douglas, ele foi decisivo, pois marcou seu gol. Melhor do que perder pênalti ou cobrar todas as faltas erradas. O camisa 10 ainda pode ser mais participativo em lances terminais.
Voltando a Luan, na arrancada do segundo tempo ele recebeu passe maravilhoso de Giuliano, carregou e deixou o seu. O chute poderia ser melhor, mais ao canto, porém o que interessa é que entrou.
Com o 2 a 0, a vitória se encaminhou. Mas teve aquela nota tricolor de sofrimento. A defesa que neutralizava o Furacão, com baita atuação de Erazo, deu espaço e levamos o gol. Tivemos de suportar 15 minutos de pressão, Tiago impediu no canto o empate.
Tiago, que entrou na vaga do lesionado Grohe, teve boa presença. Além de defesa segura no fim, trocou passes com os colegas, acertou lançamentos. Viveu uma boa jornada.
Apesar da excelente vitória, penso que Roger Machado mexeu mal. Não era noite para Bobô, um homem de área. Everton, Pedro Rocha e Mamute eram as melhores opções — eu escolheria Mamute, com velocidade e corpo para reter a bola.
Outra alteração complicada foi William Schuster. Tudo bem sacar Galhardo, porém o substituto demonstrou de novo não ter condições de jogar no Grêmio. Demora para dominar a bola, erra os passes, toma uma saraivada de dribles.
Se as mexidas do treinador não agradaram, volto a repetir que Luan desequilibrou. A vitória por 2 a 1 levou o Imortal aos 48 pontos, seguro na terceira posição e alcançando no olhar o líder Corinthians. Ainda garantiu distância para turma que pretende entrar no G-4. Com mais seis vitórias em 12 jogos o Grêmio estará na Libertadores.
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