Ricardo Oliveira anotou o seu 28º gol no ano (Foto: Marlon Costa/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Os líderes do Prêmio Artilheiro do Ano aproveitaram bem a semana e fizeram o que esperam deles: gols. Na ponta do ranking, Ricardo Oliveira aumentou ainda mais a vantagem para os demais concorrentes. O atacante do Santos marcou duas vezes diante da Chapecoense, na última quinta-feira, e deixou o dele no empate com o Sport, neste domingo, chegando a marca de 28 gols na temporada, cinco a mais do que Kayke e Robert.
A distância do santista poderia ter sido muito maior se a dupla não balançasse as redes na semana. O atacante do Flamengo anotou três gols no período, dois diante do Avaí e um no clássico com o Fluminense, e subiu para a segunda posição na lista. Junto dele está Robert, do Vitória, que fez apenas um tento na derrota do time baiano para o Bragantino na última terça-feira, pela Série B.
Logo atrás, aparecem Alexandre Pato, Kieza e Rafael Oliveira. O são-paulino passou em branco no empate sem gols com o Joinville, na quarta-feira, e cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo contra o Internacional, sábado, no Morumbi. Kieza aproveitou a oportunidade, marcou duas vezes diante do CRB, na terça-feira, e chegou a 21 gols no ano, mesma marca de Rafael Oliveira, do ABC, que fez um contra o Santa Cruz, na sexta-feira.
A novidade no ranking é Valdívia, do Internacional. O meia fez um golaço sobre o Vasco, na última quarta-feira, e ocupa a décima colocação com outros nove concorrentes, todos com 16 gols na temporada.
Vale ressaltar que somente competições oficiais envolvendo clubes brasileiros fazem parte da disputa do Prêmio Artilheiro do Ano: a primeira divisão de todos os estaduais do país, as Séries de A a D do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil, a Copa do Nordeste, a Copa Verde, a Taça Libertadores da América, a Copa Sul-Americana, a Recopa Sul-Americana e o Mundial de Clubes.

O PRÊMIO
O troféu do Prêmio Friedenreich é uma iniciativa do programa "Globo Esporte", da TV Globo, em parceria com o GloboEsporte.com. E a disputa pelo troféu é bastante democrática - e, com isso, acirradíssima. Todos os que disputam as Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro estão na briga. Além dos gols marcados nas quatro divisões da competição, serão contabilizados os feitos nos Estaduais (apenas da primeira divisão), Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Taça Libertadores, Copa Sul-Americana, Recopa Sul-Americana e Mundial de Clubes da Fifa.
O HOMENAGEADO
Se Charles Miller trouxe a bola para o país e deu, com isso, o pontapé inicial para aquela que se tornou a grande paixão nacional, Artur Friedenreich foi um dos pioneiros do talento "made in Brazil". Ainda que existam controvérsias sobre o número de gols marcados pelo atacante - uma estatística aponta 1.329, apesar de outras assegurarem pouco mais de 500 -, a história, seja pelos recortes de jornais ou pelos testemunhos dos já saudosos bisavós, confirma que Fried foi um jogador extraordinário. Conquistou sete títulos paulistas (seis pelo Paulistano e um pelo São Paulo da Floresta, que deu origem ao atual São Paulo Futebol Clube), uma Copa Rocca (1914) e dois Sul-Americanos (1919 e 1922) pela seleção brasileira. Ainda no Campeonato Paulista se consagrou como artilheiro em oito edições.
OS VENCEDORES
2008 - Keirrison (Coritiba), com 41 gols
2009 - Diego Tardelli (Atlético-MG), com 39 gols
2010 - Jonas (Grêmio) e Neymar (Santos), com 42 gols cada
2011 - Leandro Damião (Internacional), com 38 gols
2012 - Neymar (Santos), com 43 gols
2013 - Hernane (Flamengo), com 36 gols
2014 - Magno Alves (Ceará), com 37 gols
VEJA TAMBÉM
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- Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa
Os líderes do Prêmio Artilheiro do Ano aproveitaram bem a semana e fizeram o que esperam deles: gols. Na ponta do ranking, Ricardo Oliveira aumentou ainda mais a vantagem para os demais concorrentes. O atacante do Santos marcou duas vezes diante da Chapecoense, na última quinta-feira, e deixou o dele no empate com o Sport, neste domingo, chegando a marca de 28 gols na temporada, cinco a mais do que Kayke e Robert.
A distância do santista poderia ter sido muito maior se a dupla não balançasse as redes na semana. O atacante do Flamengo anotou três gols no período, dois diante do Avaí e um no clássico com o Fluminense, e subiu para a segunda posição na lista. Junto dele está Robert, do Vitória, que fez apenas um tento na derrota do time baiano para o Bragantino na última terça-feira, pela Série B.
Logo atrás, aparecem Alexandre Pato, Kieza e Rafael Oliveira. O são-paulino passou em branco no empate sem gols com o Joinville, na quarta-feira, e cumpriu suspensão pelo terceiro cartão amarelo contra o Internacional, sábado, no Morumbi. Kieza aproveitou a oportunidade, marcou duas vezes diante do CRB, na terça-feira, e chegou a 21 gols no ano, mesma marca de Rafael Oliveira, do ABC, que fez um contra o Santa Cruz, na sexta-feira.
A novidade no ranking é Valdívia, do Internacional. O meia fez um golaço sobre o Vasco, na última quarta-feira, e ocupa a décima colocação com outros nove concorrentes, todos com 16 gols na temporada.
Vale ressaltar que somente competições oficiais envolvendo clubes brasileiros fazem parte da disputa do Prêmio Artilheiro do Ano: a primeira divisão de todos os estaduais do país, as Séries de A a D do Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil, a Copa do Nordeste, a Copa Verde, a Taça Libertadores da América, a Copa Sul-Americana, a Recopa Sul-Americana e o Mundial de Clubes.

O PRÊMIO
O troféu do Prêmio Friedenreich é uma iniciativa do programa "Globo Esporte", da TV Globo, em parceria com o GloboEsporte.com. E a disputa pelo troféu é bastante democrática - e, com isso, acirradíssima. Todos os que disputam as Séries A, B, C e D do Campeonato Brasileiro estão na briga. Além dos gols marcados nas quatro divisões da competição, serão contabilizados os feitos nos Estaduais (apenas da primeira divisão), Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Taça Libertadores, Copa Sul-Americana, Recopa Sul-Americana e Mundial de Clubes da Fifa.
O HOMENAGEADO
Se Charles Miller trouxe a bola para o país e deu, com isso, o pontapé inicial para aquela que se tornou a grande paixão nacional, Artur Friedenreich foi um dos pioneiros do talento "made in Brazil". Ainda que existam controvérsias sobre o número de gols marcados pelo atacante - uma estatística aponta 1.329, apesar de outras assegurarem pouco mais de 500 -, a história, seja pelos recortes de jornais ou pelos testemunhos dos já saudosos bisavós, confirma que Fried foi um jogador extraordinário. Conquistou sete títulos paulistas (seis pelo Paulistano e um pelo São Paulo da Floresta, que deu origem ao atual São Paulo Futebol Clube), uma Copa Rocca (1914) e dois Sul-Americanos (1919 e 1922) pela seleção brasileira. Ainda no Campeonato Paulista se consagrou como artilheiro em oito edições.
OS VENCEDORES
2008 - Keirrison (Coritiba), com 41 gols
2009 - Diego Tardelli (Atlético-MG), com 39 gols
2010 - Jonas (Grêmio) e Neymar (Santos), com 42 gols cada
2011 - Leandro Damião (Internacional), com 38 gols
2012 - Neymar (Santos), com 43 gols
2013 - Hernane (Flamengo), com 36 gols
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