Fábio Mahseredjian afirma que usa conceitos parecidos com americano (Foto: Cristiano Oliveski/Grêmio)
A Alemanha virou sinônimo do que deve se fazer no futebol no Brasil após a goleada por 7 a 1 em cima da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Não teremos o projeto nem a estrutura de futebol da federação de Podolski e companhia, mas a inspiração em um ponto vem dos alemães: na parte física. O preparador que iniciou o trabalho com Jurgen Klinsmann na Alemanha usa os conceitos seguidos por Fábio Mahseredjian, anunciado na comissão de Dunga.
Não é apenas Mark Verstegen que foca em potência e força, claro. O trabalho feito na Holanda, com foco em treinamentos funcionais, também está no rol de conceitos colocados em prática pelo preparador físico do Grêmio. Mas o comandante do trabalho feito na Alemanha com Klinsmann e que seguiu com o treinador na seleção de futebol americana foi o citado por Mahseredjian em sua coletiva.
- A seleção da Alemanha segue a linha da seleção americana, com o Mark Verstegen, um americano que começou com o Klinsmann. A seleção holandesa segue a conduta, que é um pouco parecida com a minha, com treinamentos funcionais, na evolução de potência muscular, de estabilização. Eu vou nessa linha deles - avaliou o preparador físico.
Mahseredjian esteve no trabalho com Dunga a partir de 2006, juntamente com Paulo Paixão. Saiu em 2012 da CBF, próximo da saída de Mano, quando Felipão retornou ao comando e Paixão foi o preparador escolhido. O agora selecionável afirma que o trabalho mais complicado acontece quando há competições, como no caso do ano que vem, com a Copa América. Em amistosos, que serão os compromissos do segundo semestre de 2014, o objetivo passa a ser diminuir o desgaste pelas viagens.
Questionado sobre os métodos de trabalho no Brasil e fora do país, o preparador afirmou que a pré-temporada curta muda todo o planejamento dos profissionais brasileiros e complicam uma comparação.
- Como não trabalhei fora, observo de longe o que acontece lá. Nos times europeus, na Inglaterra e na Alemanha principalmente, os preparadores atuam na pré-temporada e não atuam mais. Tem um calendário mais plausível que o nosso. Se comparar a quantidade de jogos do Bayern e do Grêmio, quando foram ao Mundial, fizeram 58 jogos, e nós já estamos em 40. Isso difere a preparação. Lá se tem um mês e meio de pré-temporada, aqui são 15 dias. É praticamente impossível de estabelecer evoluçãço de qualidades em 15 dias. Esse meio do ano nós tivemos, aí voce consegue evolução de resistência aeróbica, anaeróbica - explicou.
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A Alemanha virou sinônimo do que deve se fazer no futebol no Brasil após a goleada por 7 a 1 em cima da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Não teremos o projeto nem a estrutura de futebol da federação de Podolski e companhia, mas a inspiração em um ponto vem dos alemães: na parte física. O preparador que iniciou o trabalho com Jurgen Klinsmann na Alemanha usa os conceitos seguidos por Fábio Mahseredjian, anunciado na comissão de Dunga.
Não é apenas Mark Verstegen que foca em potência e força, claro. O trabalho feito na Holanda, com foco em treinamentos funcionais, também está no rol de conceitos colocados em prática pelo preparador físico do Grêmio. Mas o comandante do trabalho feito na Alemanha com Klinsmann e que seguiu com o treinador na seleção de futebol americana foi o citado por Mahseredjian em sua coletiva.
- A seleção da Alemanha segue a linha da seleção americana, com o Mark Verstegen, um americano que começou com o Klinsmann. A seleção holandesa segue a conduta, que é um pouco parecida com a minha, com treinamentos funcionais, na evolução de potência muscular, de estabilização. Eu vou nessa linha deles - avaliou o preparador físico.
Mahseredjian esteve no trabalho com Dunga a partir de 2006, juntamente com Paulo Paixão. Saiu em 2012 da CBF, próximo da saída de Mano, quando Felipão retornou ao comando e Paixão foi o preparador escolhido. O agora selecionável afirma que o trabalho mais complicado acontece quando há competições, como no caso do ano que vem, com a Copa América. Em amistosos, que serão os compromissos do segundo semestre de 2014, o objetivo passa a ser diminuir o desgaste pelas viagens.
Questionado sobre os métodos de trabalho no Brasil e fora do país, o preparador afirmou que a pré-temporada curta muda todo o planejamento dos profissionais brasileiros e complicam uma comparação.
- Como não trabalhei fora, observo de longe o que acontece lá. Nos times europeus, na Inglaterra e na Alemanha principalmente, os preparadores atuam na pré-temporada e não atuam mais. Tem um calendário mais plausível que o nosso. Se comparar a quantidade de jogos do Bayern e do Grêmio, quando foram ao Mundial, fizeram 58 jogos, e nós já estamos em 40. Isso difere a preparação. Lá se tem um mês e meio de pré-temporada, aqui são 15 dias. É praticamente impossível de estabelecer evoluçãço de qualidades em 15 dias. Esse meio do ano nós tivemos, aí voce consegue evolução de resistência aeróbica, anaeróbica - explicou.
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